Road Trip – Maine Part III: Old Port, Portland | Apanhando da Lagosta

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Voltando pra mostrar o último pedacinho da nossa passagem por Portland, Maine. Hoje trago um pouquinho de Old Port, foi de lá que pegamos a balsa para Peaks Island.

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Já falei que senti umas vibes anos 70 lá em Portland, né?! Olhem a caminhonete no topo direito da foto acima! Ao mesmo tempo, a arquitetura mostra que a cidade é antiga – não é atoa que faz parte de New England. Muito fofo, tem lojinhas, restaurantes, bares, pubs. E uma coisa que me chamou a atenção no norte do país foi a quantidade de sorveterias. Gente, esse povo toma sorvete no inverno também? I mean… no inverno do norte desse país? Kkkkkkkkkkk #oremos

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O céu tava tão lindo nesse dia, tivemos sorte! Essa área com água é super charmosa, e tem restaurantes pra vc apreciar a vista enquanto degusta a famosa lagosta de Maine – tem que comer! Hahahahaha

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Por isso, comemos mesmo! Esse é o restaurante Portland Lobster Co., recomendo. Música ao vivo, vista mara, e lagosta num preço acessível! Mais no vídeo:

Se tiver problemas para visualizar o vídeo, clique aqui.

Com certeza eu recomendo passar por Maine, especialmente por Portland. No verão é mais gostoso, eu acho, mas imagino como é o inverno por lá… Não sei se toparia! hahahaha

Espero que tenham gostado de conhecer um pouco de Maine comigo. Segura aí que ainda tem mais da última road trip!

Eu sou Izabelle Azevedo, autora do blog #BelleNaAmérica.
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Xo,
Belle Azevedo.

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Road Trip – Maine Part II: Peaks Island

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Vamos para mais um local visitado em Maine? Hoje trago para vocês a Peaks Island.

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Nós deixamos o carro lá em Portland mesmo, num estacionamento privado próximo ao porto onde pegamos o barco – o estacionamento custou $10 para o dia todo.
O trecho até a ilha é rápido, e bem agradável. Como fomos no mês de agosto, a cidade estava bombando por ser destino de muitos turistas no verão – gente daqui dos EUA mesmo, Canadá, e vi bastante Europeu também!

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Paramos para almoçar num restaurante bem aconchegante, com vista para o mar, e comida boa! Não é baratinho, mas também não é caro… Tá na média. $$
O restaurante chama Cockeyed Gull, e aqui você encontra ele e também mais opções para comer na Peaks Island.

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Depois de comer, demos uma volta rápida na ilha. Achei bem anos 70! hahahahha
Tem muito hippie, e o pessoal que estava visitando tinha um visual mais despojado também… Na verdade, achei Portland uma mistura louca de anos 60 e 70 também.
Vem ver mais no vídeo:

Se tiver problemas para visualizar, clique aqui.

Depois fomos esperar o barco pra voltar pra casa. É necessário ficar atento aos horários! Se não me engano, os barcos saem a cada 1 hora… Nós ainda íamos passear e jantar em Portland, então não ficamos muito tempo na ilha. Mas vale a pena ir passar o dia, relaxar na praia, comer, tomar sorvete, ou ler um livro sentado na grama. 🙂

Espero que tenham gostado! Segunda tem a última parte de Maine! ❤

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Road Trip – Maine Part I: Portland Observatory

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Durante nossa road trip, um dos estados que visitamos foi Maine, e também foi o que passamos mais tempo. Consequentemente, visitamos mais lugares! Eis que só esse estado vai nos render 3 posts, e 3 vídeos. Já adianto que o estado é uma graça, mas vamos falar do Observatório de Portland…

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Maquetes e planta da torre.

Em 1807 o capitão Lemuel Moody teve uma sacada genial: mandou construir a torre que seria o observatório, para ter visão das embarcações que estavam se aproximando do porto de Portland, e poder identificá-las em tempo suficiente para avisar aos que tinha interesse da informação. Até então, os navios eram vistos e identificados já muito próximos de atracar.

Moody criou um sistema de assinatura {subscription}, onde as pessoas pagavam $5 por mês para saberem com antecedência quando seus familiares ou mercadorias estavam chegando.

Ele identificava a embarcação de acordo com a bandeira, que era customizada e escolhida pelo próprio dono do navio! Ele erguia as bandeiras no mastro da torre como forma de repassar a informação {dos que eram assinantes, claro}.

O modo como a torre foi erguida é bem interessante. Moody não era engenheiro, mas era capitão e entendia de embarcações. Ele resolveu usar a lógica da construção de um navio, para construir sua torre. Pior que deu certo!

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A vista lá de cima é bastante interessante: um 360 da cidade de Portland à quase 27 metros de altura!

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O observatório só deixou de funcionar em 1923, quando o rádio chegou e tornou desnecessário o trabalho da torre. Quer ver mais? Dá play.

Se tiver problemas para visualizar o vídeo, clique aqui.

O observatório é patrimônio histórico nacional, e o único ponto de sinalização marítima ainda de pé nos Estados Unidos. A torre foi doada à cidade de Portland, restaurada, e abriu suas portas novamente em 1939. Em 1984 virou ponto turístico aberto à visitação.
O custo é de $10 por adulto, e você pode fazer o tour com ou sem guia. Para mais informação, clique aqui.
Endereço: 138 Congress Street on Munjoy Hill, Portland, Maine.

Próxima segunda tem mais Maine por aqui!

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Road Trip – Os Encantos de Vermont

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Chegamos em Vermont no fim da tarde, e pegamos uma garoa e temperatura bem diferente do que estamos pegando por aqui – que bom! Nem liguei pra chuvinha…
De cara, o caminho saindo de NY e entrando no estado já me passaram a impressão de que eu iria me apaixonar pelo lugar, e me arrepender de passar apenas uma noite por lá! Dito e feito!
Nossa primeira parada foi no centro da cidade para checar o Lake Champlain. Lá também tem o Centro Ecológico, vários restaurantes, e essa barraca fofa de sorvete.

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Jantamos no Skinny Pancake. Eu peguei um crepe de Nutella que tava muito bom! E ainda tinha música ao vivo – bônus! hahaha Recomendo o lugar! A batata doce frita também não ficava por baixo, e ainda por cima não é caro.

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No outro dia fomos à uma loja de lembrancinhas famosa de lá, chamada Vermont Gift Barn and Gallery – muito fofa! Vários tipos de artesanatos, doces e, claro, Maple Syrup.
Entramos atrás de ímã de geladeira, saímos com uma sacolinha de lembranças.

De lá, antes de irmos para a fábrica do famoso sorvete Ben & Jerry’s {que eu vou mostrar no próximo post}, passeamos um pouco pela Church Street Marketplace. Lá você encontra restaurantes, pubs, lojas locais e conhecidas. Acho que é o point à noite. Esqueci de tirar fotos, mas tá tudo aí no vídeo!

Se estiver tendo problemas para visualizar o vídeo, clique aqui.

A cidade de Burlington foi sem dúvidas umas das que mais gostei de visitar até agora. Acho que por ser uma cidade pacata, ao mesmo tempo divertida. Por ser uma cidade destino para faculdade, tem muitos jovens, então tem que ter opções de lazer. Também é bem turística – eu vi vários turistas, inclusive do Canadá {que é bem pertinho}, no verão vira refúgio das famílias que querem correr do calor intenso, ter diversão e tranquilidade.
Com certeza uma cidade que eu poderia considerar morar, só tem que pensar duas vezes por conta do inverno beeeeem pesado!

Sobre o hotel que ficamos: os hotéis no nordeste do país nessa época estavam bem salgados… Optamos por um hotel em uma cidade vizinha e economizamos um pouco. O hotel era bem limpo e confortável. Ficamos no Days Inn Shelburne, e recomendo!

Espero que tenham gostado de conhecer um tiquinho de Burlington, Vermont, comigo!

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Road Trip New England – Albany, NY

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Apesar da passagem ter sido rápida, e do calor de matar, deu pra aproveitar um pouquinho de Albany, a capital do Estado  de Nova Iorque.
Primeiro fomos matar a fome num restaurante local {como sempre, a gente valoriza o comércio local, né?} chamado Café Madison. Não fomos muito com a cara gosto da comida…

De lá demos uma andada no centro da cidade. Cada prédio lindo! Arquitetura show! Tanto por lá, quanto nos arredores da cidade também.

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Um pouco do que vimos, e o esquilo que pousa para fotos… ❤

O legal sabe o que foi? Ver todo o caminho de Long Island, que é uma área que fica leste à NYC, passar por Manhattan, Bronx, sair da muvuca, e chegar até Albany. Depois disso, cabou-se! É só área rural – mas rural mesmo! Enfim… Fiz um vídeo curtinho da nossa primeira parada. O resultado tá aí!

Se não estiver conseguindo visualizar o vídeo, clique aqui.

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Road Trip – Antes de Pegar a Estrada

Viajar é ótimo, mas antes de você pegar a estrada {ou o avião}, é necessário planejar – até mesmo quem vai sem plano, tem que tomar algumas decisões.
No nosso caso, planejamos toda a viagem. Fizemos cálculos, financeiro e de tempo, e decidimos onde passaríamos e quanto tempo teríamos. Isso foi o básico.
Também fizemos mala, coisa que faço com todo o prazer {não é à toa que trabalho com organização ahaha}, separamos lanche pra viagem {já que estamos de carro}, checamos os pneus, e acordamos cedo pra arrumar tudo dentro do carango que seria nossa casa pelos próximos 9 dias.
Tudo isso dá um pouco de trabalho, mas é assim que fazemos para aproveitar o máximo de tempo possível. Viajar por 7 estados em uma semana não é tão easy, então o planejamento ajuda bastante.
No final, a quantidade de coisas que vemos no caminho, situações que passamos, realidades que conhecemos, fazem valer a pena cada minuto da viagem.
Fiz um vídeo com os preparativos finais, e o resultado você confere apertando o play.

Se não consegue visualizar o vídeo, clique aqui.

Quer saber como planejar uma road trip? Clica aqui.
Quer saber porquê viajar de carro pelos EUA é tão bom? Clica aqui!
E aqui eu te mostro como arrumo minha mala! 🙂

Espero que tenha gostado desse post de hoje!

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Road Trip – Epi 06: Nashville

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E aqui está o último capítulo da #RoadTrip – mas calma! Já já tô postando a próxima, dessa vez para Maine. Feliz de estar fechando os estados da Costa Leste dos Estados Unidos! Yay! #VaiTerViagemSim #VaiTerRoadTripDeNovoSim

Para fechar então, estou trazendo um pouco de Nashville, também no Tennessee. A última parada de verdade foi Kentucky e West Virginia na volta, mas não contei como episódios porque foi bem rápido. Tem um pouquinho do caminho de volta no vídeo, incluindo uma casa sendo transportada num caminhão…

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Country Music Hall of Fame and Museum

Para constar, ficamos no Sleep Inn. Hotel “de beira de estrada” que você vai achar em todo canto por aqui, e que eu recomendo.
End.: 3200 Dickerson Pike, Nashville, TN.

Nashville é a cidade onde os astros do Country Music começam, então já dá pra sacar daí que Tennessee é um estado bem ligado à música, né?!
Nossa primeira parada foi no Ryman Auditorium. O auditório, que tem capacidade para 2362 pessoas sentadas, é um patrimônio histórico nacional. Começou a ser construído ainda no século 19, com a intenção de ser uma igreja, na verdade. Mas também era alugado para eventos, e acabou virando um local para entretenimento. Ficou famoso a partir dos anos 20 como a casa do “Grand Ole Opry“, que era um programa de rádio, e mais tarde se tornou um programa de Tv, e recebia estrelas da música country.
O auditório passou por momentos difíceis, mas foi renovado em 1991, e hoje ainda recebe grandes nomes do country nacional.
O Ryman fica na 116 5th Ave N, Nashville TN – para mais informação, é só clicar aqui.

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Segunda parada: Johnny Cash Museum.
O museu é relativamente novo, foi aberto em 2013 em homenagem a um dos grandes nomes da música country dos anos 50. Johnny Cash nasceu em Arkansas, e se mudou para Memphis em 1954, onde começou sua carreira no Sun studio {que já apareceu aqui também no episódio anterior}. No final dos anos 60 ele foi estrela de um programa de Tv, que era filmado no Ryman, em Nashville.
O museu conta com um grande acervo de instrumentos, roupas, até objetos de decoração {antiguidades} da casa do cantor. Pequeno, mas com muito pra ser ver. Com certeza uma parada obrigatória para quem é fã do cantor ou da história da música.
O museu fica na 119 3rd Ave S, Nashville TN – mais info aqui.

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Também fomos ao Country Music Hall of Fame and Museum, um local que dá pra ir com a família toda. Tem muitos jogos interativos para divertir crianças e adolescentes, e conta com exposições de artistas do passado, e também da atualidade {como a Taylor Swift e Keith Urban}. É um dos maiores museus e centros de pesquisa dedicados à música americana. Se fosse pra escolher um dos três museus que visitei, com certeza escolheria esse por ter um acervo bem extenso, e também atual, e pela interatividade.
O museu fica na 222 5th Ave S, Nashville TN – mais info aqui.

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Claro que também fomos à um BBQ! O Peg Leg Porker!

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Pra fechar Nashville, fomos apreciar música. A cidade recebe artistas de todo lugar – muitos músicos ganham o pão fazendo participações em gravações para artistas solos. Nashville é a cidade das oportunidades para músicos, e foi isso que chamou a atenção do marido e nos levou pra lá {e provavelmente, vai nos levar novamente ainda esse ano}.

Se não consegue visualizar o vídeo, clique aqui.

O vídeo tem mais foto. Não sei o que aconteceu com meu material de vídeo… :/
Mas espero que vocês tenham gostado!
Obrigada ao Ben por mais uma vez estar me ajudando com os posts da viagem! ❤

Mal posso esperar pra viajar de novo em 3 semanas! #RoadTripNumber3

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5 Motivos Para Viajar de Carro Nos Estados Unidos

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Como muitos de vocês sabem, eu sou adepta da road trip. Sem contar Nova York que vou pelo menos três vezes no ano, e sempre de carro {tipo umas 5 horas de viagem}, eu já fiz 2 road trips para o Sul dos Estados Unidos. E em menos de um mês estarei pegando a estrada novamente, só que dessa vez, para o Norte do país.

Viajar e conhecer lugares diferentes já me fascinava quando eu nunca tinha saído nem do meu estado no Brasil. Depois que cheguei aqui, viajei sozinha para NY e Massachussetts duas vezes em 15 meses. Quando voltei a morar nos Estados Unidos, acabei convencendo meu, na época namorado, a ir até a Flórida e voltar numa viagem louca de menos de uma semana. Um ano depois, já casados, estávamos indo para a nossa segunda road trip, dessa vez passando por Alabama, Lousiana, e Tennessee, também em uma semana. Mal posso esperar pela terceira com destino à Maine, último estado do nordeste dos Estados Unidos.

Mas se você está curioso, e quer saber o porquê que eu gostei tanto de pegar a estrada, saca só esses cinco motivos que vou te dar agora, e que irão fazer você querer experimentar viajar assim também!

1. Passar por vários lugares em uma só viagem!
Se você está indo de carro para um destino, você poderá parar no meio do caminho para conhecer outras cidades, e pode até mudar um pouco a rota e visitar aquele museu ou praia que você viu naquele filme… Quem faz o roteiro é você. Dependendo da disponibilidade de tempo que você tenha, pode até parar em várias cidades {como a gente faz}. De avião não dá pra fazer isso não, colega.

2. Economizar em hotéis.
Se você desapegou do tempo e vai parar em cidades diferentes no meio do caminho, você pode pegar hotéis de “beira de estrada” que são mais baratos e não são motéis – são hotéis de 2 ou 3 estrelinhas mais que agradável para você passar a noite. Afinal, você não tá nessa pra dormir e ficar dentro do quarto, e sim pra explorar os arredores, não é mesmo?

3. Ouvir música!
Prepare o playlist! No carro você pode ouvir música alta, podcast, cantar, ou simplesmente ter um papo cabeça no meio da estrada. Ou jogar um jogo do tipo “só perguntas” pra descontrair. Não tem problema! Você e quem mais estiver junto não vai tá incomodando ninguém, a não ser a vocês mesmos. haha

4. Segurança e ótimas estradas.
Claro que você não vai parar num posto de gasolina no meio do nada, no meio da noite, sendo mulher {ou mesmo homem} sozinha! Não estou falando que não tem que prestar atenção onde se mete, pois esse país é enorme e tem sim áreas bem toscas e nada seguras… Mas no geral, de boa viajar só também! Mas fica atento!
Outra coisa são as estradas que são bem pavimentadas, o que torna dirigir mais agradável.

5. Check-in? O que é isso?
Por último, fugir do check-in {praticamente obrigatório aqui} e poder parar pra comer onde você bem entender… não tem preço! Adoro fazer duas malas, jogar três pares de sapato no carro, colocar um cooler com comida dentro, e me danar por dias nesse mundo!

Para que sua viagem seja legal, é importante saber planejar bem, calcular distâncias, rota, etc. Pelo menos isso. E aí, saber onde vai ficar e reservar os hotéis também é uma boa, mas se quiser um pouco de adrenalina, também vale ir na doida e decidir no caminho.
Eu explico mais sobre como planejar uma road trip aqui.
Se quiser saber como foram nossas viagens, clica aqui.

Se o tipo de viagem que você curte é mais pra relaxar, eu aconselho pegar mais leve no roteiro… Viajar de carro, e nesse pique, cansa muito! É uma aventura, mas que se você é apaixonado por conhecer lugares novos {e não só fazer turismo}, tem uma lista pela frente e sabe que o relógio tá correndo, vale muito a pena! E ainda pode sair o mesmo preço de pegar um avião. Então fica a dica! 😉

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Road Trip Day 7 – Memphis

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Depois de mais de três meses, eis que o episódio 05, onde mostro um pouco de Memphis, está finalmente no ar!
Eu confesso que fiquei um pouco frustrada comigo mesma ao editar o vídeo, pois eu esqueci não apenas de fechar o vlog, mas também de iniciar. Ou seja, se ver minha cara e ouvir minha voz era exatamente o que você não queria, pode assistir ao vídeo sem medo! kkkkkkkk – já pra galera que curte me ver por aqui, estou melhorando! {e os vídeos da Califórnia provam isso!}

Mas vamos ao que interessa… Demos uma passada em Jackson, Mississippi no caminho para Memphis. Demos uma paradinha de leve no Capitol da cidade, e também num restaurante super agradável chamado The Manship Wood Fired pra matar a fome {visitamos só restaurantes locais nessa viagem, pra apreciar o business e cozinha tb!}.

O hotel que ficamos, na verdade, ainda era em Mississippi, só que bem perto de Tennessee, há uns 15 minutos de Downtown Memphis. O hotel foi o Magnolia Inn And Suites – não curti muito não… Achei meio “motel vibes“, meio estranho… Mas foi barato, era perto, e a gente sobreviveu! lol

Pra quem não sabe, o Rock N Roll nasceu em Memphis, no Tennessee, lá no famoso Sun Studio que eu fui visitar também, mas a primeira parada foi na 3734 Elvis Presley Blvd – onde fica a Graceland! Claro que esse local não ficaria de fora da visita, mas só passamos na frente, tá? A entrada no museu do Elvis, e na mansão eram meio carinhas… Mas posso dizer #eufui #eutava no portão dele, ok?!

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De lá #partiu Sun Studio – onde foi tirada a famosa foto do “quarteto de um milhão de dólares” {million dollar quartet}, numa sessão de ensaio com as 4 maiores estrelas da música naquela época {1956}. Lá foi gravado o primeiro Rock N Roll, e também o primeiro disco do Elvis Presley.

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O famoso quarteto: Jerry Lee Lewis, Carl Perkins, Elvis Presley e Johnny Cash – foto tirada em 4 de Dezembro de 1956

O passeio começa no primeiro piso do Studio/Museu, já na cafeteria/shop. Muita coisa original da década de 50 {o Studio foi inaugurado em 1950}, incluindo LPs de artistas da época. Dá pra apreciar o salão enquanto não chega a hora de entrar para o tour.

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Durante o tour, o guia te leva primeiro no piso de cima pra mostrar a parte de exibição do maquinário do estúdio de gravação, instrumentos, roupas, e acessórios – tudo hoje faz parte do museu. Ela contou a história de uma maneira muito divertida, e com trilha musical.

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De lá a gente desce pro estúdio em si, que também manteve piso, paredes e teto originais da época. Lá tem mais instrumentos, fotos originais dos grandes reis da música na época, assim como o primeiro microfone do grande rei do Rock: Elvis Presley!

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Esse museu foi um dos melhores da viagem inteira! Vale muito a pena, especialmente porque custou só $12! É um passeio pra quem curte música e história!
O Sun Studio fica na 706 Union Ave, Memphis, TN – mais info aqui.

De lá partimos para o Rock N Soul Museum. Muita coisa pra ser ver, infelizmente não era permitido filmar {apesar de que ainda dei umas filmadas clandestinas}, mas foi possível tirar fotos! Muitas fotos porque, como falei aí acima, muita coisa pra ser ver!

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O museu retrata a história do Rock e Soul Music, mas também relata um pouco da história dos Estados Unidos. Uma das primeiras exibições que vi assim que entrei foi referente aos escravos nas plantações. Quando se trata de história e história da música, especificamente no Sul do país, onde o preconceito era mais pertinente, não tem como deixar de falar de todo o processo da abolição até a guerra civil, que não necessariamente terminou em 1860s, os problemas perduraram até 1960s {ou até o presente}. É uma coisa muito complexa… Mas a música teve um papel muito importante naquilo tudo, naquela época, digamos assim.

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O Rock N Soul Museum fica na 191 Beale St, Memphis, TN. Mais info aqui.

Antes de visitar o último museu do nosso roteiro, paramos pra comer no Blue City Café, lá na principal de Memphis – que tem um Hard Rock Cafe Memphis bem do outro lado da rua.

A última parada então foi no Stax Museum Of American Soul – onde ficava a gravadora Stax na década de 60. Era conhecido como uma das maiores gravadoras de Soul do Sul dos Estados Unidos. Alguns dos grandes artistas que gravaram pela Stax foram Otis Redding, Booker T. e os MG’s, e Isaac Hayes.

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O museu ficou conhecido também por não fazer distinção de cor, brancos e negros tinham o mesmo valor e tocavam juntos. É difícil não tocar nesse assunto, ainda mais se tratando do Sul, e naquela época. Mas mais uma vez, o assunto é complexo e extenso.

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No final dos anos 70 o Stax parou de operar como gravadora, e só em 2003 eles reabriram as suas portas como museu, que fica na 910 E McLemore Ave, Memphis, TN. Mais info aqui.

Se não consegue visualizar o vídeo, clique aqui.

Como dá pra ver, muita história e música em Memphis. Com certeza uma cidade que vale a pena visitar se você não está procurando apenas mais um destino turistíco. Nashville, outra cidade que faz parte da história da música, e fica no Tennessee, fica há 4 horas de Memphis, e é o próximo episódio e último dessa #RoadTrip.

Obrigada ao Ben {marido} por me ajudar com o post de hoje! Thanks, babe! ❤

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Road Trip Day – New Orleans {NOLA} Part I

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E finalmente estou eu aqui para falar da cidade de New Orleans! Aquela que me lembrou um pouquinho de Brasil {tirando o frio}, e que nos acolheu para receber 2016! ❤

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Chegamos na cidade na quarta {30}, e ficamos até o sábado {02 de Janeiro} – e passamos por dois hotéis diferentes {vaga, minha gente! A cidade estava lo-ta-da!}. O clima na French Quarter {parte que ficamos e aconselho você também ficar por lá, viu? Vá por mim!} é muito diferente dos locais que já passei nos Estados Unidos até hoje.

New Orleans {que aparece no polêmico clipe novo da Beyoncé, e onde a Queen Bey reside atualmente!} foi marcada pela tragédia do furacão Katrina {2005}, e também pelo Movimento dos Direitos Civis {década de 60}. A cidade portuária é uma das maiores do Estado da Lousiana, e recebeu bastante influência Espanhola e Francesa durante a época de colonização dos Estados Unidos. Mas recebeu também influência dos imigrantes latinos e africanos {na época escravos} que na minha opinião, é o que deu toda vida ao lugar – pense numa cidade linda e boa de se visitar!
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NOLA é famosa por sua música {berço do Jazz}, arquitetura, e culinária {o camarão de lá é um dos melhores, diretamente do Golfo do México, e o Jambalaya é famosíssimo! Provei e amei! Já até fiz em casa!}. Mas é o festival do Mardi Gras – que acontece no carnaval, e é na verdade um carnaval {tá na minha lista! hahaha} que atrai um número enorme de turistas todo ano!

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Jambalaya
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Garrafa com uma bebida de levantar defunto, viu? E tamanho família! O colar é do Mardi Gras – virou souvenier.

Outra coisa – apenas um “detalhe” – sobre NOLA, é que podemos beber na rua.
Vou explicar: aqui não se pode beber na rua {ou pelo menos não se deve}. A lei é tão restrita, que na verdade, você não deve nem ter bebida alcoólica no seu carro, mesmo que fechada. A bebida deve ir na mala {pelo menos aqui em DC/Maryland/Virginia é assim. Então poder beber álcool na rua, meu amigo, dá aquela sensação de liberdade que você só tem noção quando mora aqui! E bebida lá é baratinha, olha só esses shots que bagatela!

 

 

Algo também digno de salientar, é que a cidade fica à beira do Rio Mississípi : )

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E tem uma rua famosa chamada Bourbon… onde acontece o fusuê 

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O estilo de se vestir das pessoas é um máximo! Cê vê de tudo!… O que abre espaço pra ser um pouco mais fashionista também 😉

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Uma doida que consegui clicar.
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Outra doida ^^

Olhe, foi muita vivência em menos de 3 dias, viu?! Então pra não ficar cansativo, dividi o vídeo em duas partes, e libero o próximo semana que vem, beleza?! E aí falo mais sobre a French Quarter, com dicas aqui 😉
Mas por agora, fiquem aí com a parte I

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NO-VI-DA-DE: tô no Periscope também, e tô doida pra fazer um live!
Add lá @bellenaamerica 

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