Como é Fazer um Cruzeiro Pelas Bahamas

Antes de tudo, queria dizer que ando muito sumida daqui, mas sempre com saudade de blogar no Belle na América {tô devendo alguns posts aqui, inclusive – prometo voltar mais por aqui!}.

Mas resolvi deixar registrado minha viagem pra Bahamas, até porque, rolou muito buzz lá no meu insta sobre – cruzeiro, destino, e viajar sozinha.

Então, eu decidi tirar férias ~ de verdade, porque em 2017 muita coisa aconteceu na minha saúde física e mental… e falo isso aqui de boa, na promessa de contar mais sobre no futuro. Eu sou uma pessoa que gosta de aventura, de viajar, e de vez em quando, de ficar sozinha. Ficar só depois que casa, só viajando, né? E eu tava precisando MUITO de um tempo pra organizar minhas ideias, pensar na vida, meio que um retiro, sabe?

Eu sempre quis fazer um cruise, mas sempre com muito medo de passar mal – sei lá, eu fico tonta dentro de elevador e no banco de trás do carro, imagina numa porra de um navio? Mas gente, fazer cruzeiro é tão barato, e tão conveniente, que no desespero, foi à ele que recorri. _0/

Na terça eu decidi que ia tirar férias (afinal, eu sou minha própria chefe e quem manda no meu horário sou eu, né verdade?), na quarta conversei com o Ben, e na quinta eu já tava bookando o cruzeiro + voo pra Miami.

Sobre a CIA e o Navio – Norwegian SKY

Quando comecei a procurar eu descobri que o valor que eles mostram é por pessoa! Por isso tão barato… ALOW! Só que pesquisei e descobri que duas cias oferecem oferta especial (quartos para singles), que sai por menos que o dobro do valor. A Norwegian e Royal. Como a Norwegian era mais barata, resolvi encarar ela mesmo… e também queria um navio que fosse “all inclusive” – inclusive bebida, porque mama queria dar uma desopilada, né?

Eu peguei o SKY, que faz 4 dias nas Bahamas, e oferece o que eu tava procurando – quarto single, all inclusive, etc. Eu comprei pelo telefone, e a atendente me deu um quarto com janela – eu tinha escolhido a opção “Interior” que pode ter janela ou quadro, meu deu uma cama maior e travesseiros extras. Eu falei pra ela que tava “desperate” que precisava descansar. Ela achou mais que digno e ainda disse: “Não compre wi-fi” – como se eu fosse comprar, né? Um dia de internet no navio eu pago três meses de internet aqui em casa! JEEEZ! Já fica a dica aê… esqueça internet no navio ou desembolse uma fortuna.

O navio é seguro, limpo, e a comida não deixou a desejar. Tinha um buffet no Deck lá em cima que você podia comer 24 horas por dia! À noite tinha coisa pra fazer também, mas confesso que esperava mais animação na área da piscina, sabe? Ainda assim, tinham 3 opções de entretenimento toda noite.

Antes que eu esqueça, deixa eu contar da água: você pode pedir água no bar, de boa, mas não é de garrafa. Eu preferi comprar água antes de embarcar pelo site deles mesmo, e quando cheguei no meu quarto, a água já tava lá. Foi carinha, sabe? Mas foi bom porque me mantive hidratada. Mas foram 12L por $33.

Outra coisa: depois que você faz o pagamento de tudo (do seu quarto, das taxas de gorjeta – que varia dependendo do navio), você também deve deixar um depósito em dinheiro ou no cartão – no meu caso, foi $150. Esse dinheiro volta pra você, caso não tenha comprado nada dentro do navio.

Eu usei o serviço deles de tranfer do aeroporto de Miami pro porto. Achei bom e foi $16. Também comprei umas cartelas de jogo sem querer por $20. Pense que fiquei puta… Cuidado quando eles oferecerem isso pra vocês, hein? Nada é de graça fora comida! hahahah

Eu indico sim a Norwegian, e indico o SKY, apesar de quê eles só tem esse destino, sendo 3 ou 4 dias. Eu não sei como funciona os outros navios, mas sei que eles tem mais um “all inclusive“, e também tem esquemas de adicionar coisas “free” na hora da compra.

No primeiro dia eu tava morta de cansada (saí de casa 3:30 da manhã pra pegar meu voo de DC pra Miami), também tava super empolgada! Uma sensação de liberdade do cacete! hahahaha O navio partia ás 5 da tarde, mas cheguei lá 11 da manhã. Os quartos foram liberados pouco depois de 1 da tarde, mas antes disso podíamos comer, beber, etc. Só não ir pro quarto (eles tinham atracado aquela manhã, e as camareiras estavam arrumando e limpando tudo).

MANOOOO, me senti ryca e phyna. Comida à vontade, sol e calor (que eu tava precisando porque esse inverno foi foda!), cervejinha que eu tava morrendo de saudade (no frio não rola). E aquele mar? AH aquele mar… Gente, que felicidade, viu?! Queria andar o navio todo pra saber onde tava tudo. Mas a primeira coisa que fiz quando cheguei no quarto foi organizar minhas roupas no armário e as coisas no banheiro… Típico, né? 15 minutos eu já tava me sentindo em casa.

Enfim, achei que ia passar mal, mas nem senti o negócio mexer! Comprei remédio pra nada – ainda bem! 😉

À noite eu fui comer no restaurante do navio que tá incluso – é a La Carte, chique, e comi isso aí que tá na foto – fillet + brocoli + batata. Eu já tinha largado mão da dieta, porque, né? Comi pão também! Depois fui pro teatro assistir apresentações e um show de Standup Comedy.

No outro dia eu acordei cedo (também fui dormir cedo!), mas cedo mesmo! Era o primeiro dia de Bahamas, e a gente tava parando numa ilha privada – que eu me apaixonei! Saí do navio antes das 9 da manhã com minha bolsinha, meus equipamentos de tirar selfie, meu livro, e fui ser feliz na Great Stirrup Cay.

Ai sim, viu? Vidão! E ainda tinha Piña Colada sem lei – docinha, tomei 3 sem nem sentir. O resultado depois disso foi sono, obviamente. Nem fiquei lá muito tempo – eles serviram almoço e ia ter uma festa, mas achei melhor voltar pro navio de besta que eu sou, né.

À noite acabei fazendo nada. Só comendo. Foi aí que comecei a perceber a diferença que faz tá sozinha num navio…

No terceiro dia o navio atracou em Nassau – fiquei com medo de descer, e também não tinha comprado nenhum tour. Fui com a grana contada, afinal, essa viagem não tava nos planos, né? Olhei lá de cima e achei o porto de Nassau uma visão de Recife. Sério! Até o prédio do INSS e a Casa da Cultura eu vi. hahahaha Eu pensei… quer saber? Deixa eu aqui dentro mermo.

Decidi que era dia de vinho – e eles tinham Moscato. Enfiei o pé. Comi horrores durante o dia, comecei a tomar vinho ainda de tarde, e só parei à noite quando o sono bateu. Porque a criatura não fica mais bêbada, fica com sono mesmo. Ô vida…

Vesti a mesma roupa da segunda – não foi falta de look, é que ia ter uma tal de White Hot Party, e o mais próximo de branco que eu tinha era isso mesmo… Assisti ao pôr-do-sol tomando meu vinho, relaxando, mas já morrendo de saudade do Ben e da Mel…

O último dia foi em Freeport – eu confesso que até senti vontade de fazer alguma coisa, mas também não queria nem podia gastar. O porto não tem nada, só um faz-me-rir do lado de fora do navio. Até saí, mas só pra dizer que saí mesmo.

Tirar uma foto básica e voltar? Por que não? hahahaha
Como era a última noite, eu fui de novo assistir ao pôr-do-sol, tomar vinho, e resolvi jantar no restaurante – tipo, fui a primeira e a última noite só, porque sinceramente? Eu gosto é de buffet mesmo, sabe? Pedi uma lasanha, uma foto ao garçon, fui encarada pelos casais que me olharam com m olhar de “coitada, tá sozinha”, depois fui com toda a minha solidão assistir um sorteio que eu tinha pago $20 sem querer, fui ver umas brincadeiras num dos bares – morri de rir! E fui pro meu quarto, cedo, porque eu já tava tão cansada de não ter com quem conversar, que achei melhor me recolher aos meus aposentos mesmo. Né não?

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Na sexta-feira, já em Miami, já de volta a minha dieta.

Na sexta ás 5 da matina eu já estava acordada, de mala pronta, olhando o navio atracar no porto de novo. Tomei banho, arrumei o resto das coisas, e fui lá pra cima aproveitar aqueles últimos minutos e o último café da manhã.

Considerações finais…

Eu sinceramente AMEI a experiência de viajar de navio. Recomendo! Tanto, que acredito tá fazendo isso todo inverno, ou quando eu precisar de um tempo pra mim – agora já sei que vou me sentir sozinha, mas faz parte.

Se der, pegue os tours que o navio oferece, ou pesquise e monte seus próprios tours – com cuidado pra não chegar depois do horário. Imagina tu volta e o navio não tá mais lá?

Se você quiser um cruise party hard, certifique-se que o navio oferece esse tipo de festa. O que eu fui não tinha isso. Tinha sim opções de entretenimento, mas não foi o auge da viagem – acho que a comida tava melhor!

Essa viagem me trouxe bastante autoconhecimento, debati comigo mesma várias questões – de vida pessoal à negócios, e percebi que:
– Eu PRECISO me socializar, e venho sentindo falta disso por morar longe da família e trabalhar pra mim (sendo eu a única empregada);
– Eu adoraria ter um buffet assim me esperando pro café da manhã, almoço e jantar;
– É possível viajar bem com menos de $1000 – essa viagem custou $800 com TUDO;
– As pessoas ainda têm a mente fechada em relação a mulher viajar sozinha, principalmente se for casada. MELHOREM.

Para mais considerações sobre a viagem, tem um vídeo aqui – primeiro episódio da série Saí da Zona de Conforto do Sua Vida Desenhada.

Tó pensando seriamente em fazer um cruise no ano-novo! Foda que é beeeem mais caro… mas como sempre, em busca do reveillón perfeito e menos frio. #oremos

Se você gostou do meu retorno, me avisa pra eu me empolgar e voltar a escrever aqui!

Bjo,
Belle  – @bellenaamerica & @suavidadesenhada

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DC Drops: DuPont Circle

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DuPont Circle, Washington DC 20036 – pra começar essa série de drops sobre a capital americana.

A comunidade está viva desde o século 19, e é um dos centros históricos de DC. Com várias opções de restaurantes, bistros, pubs e bares, DuPont se torna interessante tanto de dia, quanto à noite.

Suas ruas são movimentadas, sua arquitetura é estonteante {a 19th St  é uma das minhas preferidas se é que tem como escolher uma rua preferida ali}, com um ótimo acesso aos demais hot spots de Washington – como downtown, Adams Morgan, e U st.

Fui lá gravar um pouquinho pra mostrar aqui.

Se tiver dificuldade para visualizar o vídeo, clique aqui.

Esse foi o primeiro drop. Espera que tem mais!
Para mais info sobre DuPont, dá uma checada aqui.

Eu sou Izabelle Azevedo, autora do blog #BelleNaAmérica.
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Xo,
Belle Azevedo.

Road Trip – Maine Part III: Old Port, Portland | Apanhando da Lagosta

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Voltando pra mostrar o último pedacinho da nossa passagem por Portland, Maine. Hoje trago um pouquinho de Old Port, foi de lá que pegamos a balsa para Peaks Island.

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Já falei que senti umas vibes anos 70 lá em Portland, né?! Olhem a caminhonete no topo direito da foto acima! Ao mesmo tempo, a arquitetura mostra que a cidade é antiga – não é atoa que faz parte de New England. Muito fofo, tem lojinhas, restaurantes, bares, pubs. E uma coisa que me chamou a atenção no norte do país foi a quantidade de sorveterias. Gente, esse povo toma sorvete no inverno também? I mean… no inverno do norte desse país? Kkkkkkkkkkk #oremos

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O céu tava tão lindo nesse dia, tivemos sorte! Essa área com água é super charmosa, e tem restaurantes pra vc apreciar a vista enquanto degusta a famosa lagosta de Maine – tem que comer! Hahahahaha

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Por isso, comemos mesmo! Esse é o restaurante Portland Lobster Co., recomendo. Música ao vivo, vista mara, e lagosta num preço acessível! Mais no vídeo:

Se tiver problemas para visualizar o vídeo, clique aqui.

Com certeza eu recomendo passar por Maine, especialmente por Portland. No verão é mais gostoso, eu acho, mas imagino como é o inverno por lá… Não sei se toparia! hahahaha

Espero que tenham gostado de conhecer um pouco de Maine comigo. Segura aí que ainda tem mais da última road trip!

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Xo,
Belle Azevedo.

Road Trip – Maine Part I: Portland Observatory

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Durante nossa road trip, um dos estados que visitamos foi Maine, e também foi o que passamos mais tempo. Consequentemente, visitamos mais lugares! Eis que só esse estado vai nos render 3 posts, e 3 vídeos. Já adianto que o estado é uma graça, mas vamos falar do Observatório de Portland…

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Maquetes e planta da torre.

Em 1807 o capitão Lemuel Moody teve uma sacada genial: mandou construir a torre que seria o observatório, para ter visão das embarcações que estavam se aproximando do porto de Portland, e poder identificá-las em tempo suficiente para avisar aos que tinha interesse da informação. Até então, os navios eram vistos e identificados já muito próximos de atracar.

Moody criou um sistema de assinatura {subscription}, onde as pessoas pagavam $5 por mês para saberem com antecedência quando seus familiares ou mercadorias estavam chegando.

Ele identificava a embarcação de acordo com a bandeira, que era customizada e escolhida pelo próprio dono do navio! Ele erguia as bandeiras no mastro da torre como forma de repassar a informação {dos que eram assinantes, claro}.

O modo como a torre foi erguida é bem interessante. Moody não era engenheiro, mas era capitão e entendia de embarcações. Ele resolveu usar a lógica da construção de um navio, para construir sua torre. Pior que deu certo!

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A vista lá de cima é bastante interessante: um 360 da cidade de Portland à quase 27 metros de altura!

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O observatório só deixou de funcionar em 1923, quando o rádio chegou e tornou desnecessário o trabalho da torre. Quer ver mais? Dá play.

Se tiver problemas para visualizar o vídeo, clique aqui.

O observatório é patrimônio histórico nacional, e o único ponto de sinalização marítima ainda de pé nos Estados Unidos. A torre foi doada à cidade de Portland, restaurada, e abriu suas portas novamente em 1939. Em 1984 virou ponto turístico aberto à visitação.
O custo é de $10 por adulto, e você pode fazer o tour com ou sem guia. Para mais informação, clique aqui.
Endereço: 138 Congress Street on Munjoy Hill, Portland, Maine.

Próxima segunda tem mais Maine por aqui!

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Road Trip Day 7 – Memphis

Episode 01

Depois de mais de três meses, eis que o episódio 05, onde mostro um pouco de Memphis, está finalmente no ar!
Eu confesso que fiquei um pouco frustrada comigo mesma ao editar o vídeo, pois eu esqueci não apenas de fechar o vlog, mas também de iniciar. Ou seja, se ver minha cara e ouvir minha voz era exatamente o que você não queria, pode assistir ao vídeo sem medo! kkkkkkkk – já pra galera que curte me ver por aqui, estou melhorando! {e os vídeos da Califórnia provam isso!}

Mas vamos ao que interessa… Demos uma passada em Jackson, Mississippi no caminho para Memphis. Demos uma paradinha de leve no Capitol da cidade, e também num restaurante super agradável chamado The Manship Wood Fired pra matar a fome {visitamos só restaurantes locais nessa viagem, pra apreciar o business e cozinha tb!}.

O hotel que ficamos, na verdade, ainda era em Mississippi, só que bem perto de Tennessee, há uns 15 minutos de Downtown Memphis. O hotel foi o Magnolia Inn And Suites – não curti muito não… Achei meio “motel vibes“, meio estranho… Mas foi barato, era perto, e a gente sobreviveu! lol

Pra quem não sabe, o Rock N Roll nasceu em Memphis, no Tennessee, lá no famoso Sun Studio que eu fui visitar também, mas a primeira parada foi na 3734 Elvis Presley Blvd – onde fica a Graceland! Claro que esse local não ficaria de fora da visita, mas só passamos na frente, tá? A entrada no museu do Elvis, e na mansão eram meio carinhas… Mas posso dizer #eufui #eutava no portão dele, ok?!

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De lá #partiu Sun Studio – onde foi tirada a famosa foto do “quarteto de um milhão de dólares” {million dollar quartet}, numa sessão de ensaio com as 4 maiores estrelas da música naquela época {1956}. Lá foi gravado o primeiro Rock N Roll, e também o primeiro disco do Elvis Presley.

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O famoso quarteto: Jerry Lee Lewis, Carl Perkins, Elvis Presley e Johnny Cash – foto tirada em 4 de Dezembro de 1956

O passeio começa no primeiro piso do Studio/Museu, já na cafeteria/shop. Muita coisa original da década de 50 {o Studio foi inaugurado em 1950}, incluindo LPs de artistas da época. Dá pra apreciar o salão enquanto não chega a hora de entrar para o tour.

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Durante o tour, o guia te leva primeiro no piso de cima pra mostrar a parte de exibição do maquinário do estúdio de gravação, instrumentos, roupas, e acessórios – tudo hoje faz parte do museu. Ela contou a história de uma maneira muito divertida, e com trilha musical.

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De lá a gente desce pro estúdio em si, que também manteve piso, paredes e teto originais da época. Lá tem mais instrumentos, fotos originais dos grandes reis da música na época, assim como o primeiro microfone do grande rei do Rock: Elvis Presley!

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Esse museu foi um dos melhores da viagem inteira! Vale muito a pena, especialmente porque custou só $12! É um passeio pra quem curte música e história!
O Sun Studio fica na 706 Union Ave, Memphis, TN – mais info aqui.

De lá partimos para o Rock N Soul Museum. Muita coisa pra ser ver, infelizmente não era permitido filmar {apesar de que ainda dei umas filmadas clandestinas}, mas foi possível tirar fotos! Muitas fotos porque, como falei aí acima, muita coisa pra ser ver!

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O museu retrata a história do Rock e Soul Music, mas também relata um pouco da história dos Estados Unidos. Uma das primeiras exibições que vi assim que entrei foi referente aos escravos nas plantações. Quando se trata de história e história da música, especificamente no Sul do país, onde o preconceito era mais pertinente, não tem como deixar de falar de todo o processo da abolição até a guerra civil, que não necessariamente terminou em 1860s, os problemas perduraram até 1960s {ou até o presente}. É uma coisa muito complexa… Mas a música teve um papel muito importante naquilo tudo, naquela época, digamos assim.

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O Rock N Soul Museum fica na 191 Beale St, Memphis, TN. Mais info aqui.

Antes de visitar o último museu do nosso roteiro, paramos pra comer no Blue City Café, lá na principal de Memphis – que tem um Hard Rock Cafe Memphis bem do outro lado da rua.

A última parada então foi no Stax Museum Of American Soul – onde ficava a gravadora Stax na década de 60. Era conhecido como uma das maiores gravadoras de Soul do Sul dos Estados Unidos. Alguns dos grandes artistas que gravaram pela Stax foram Otis Redding, Booker T. e os MG’s, e Isaac Hayes.

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O museu ficou conhecido também por não fazer distinção de cor, brancos e negros tinham o mesmo valor e tocavam juntos. É difícil não tocar nesse assunto, ainda mais se tratando do Sul, e naquela época. Mas mais uma vez, o assunto é complexo e extenso.

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No final dos anos 70 o Stax parou de operar como gravadora, e só em 2003 eles reabriram as suas portas como museu, que fica na 910 E McLemore Ave, Memphis, TN. Mais info aqui.

Se não consegue visualizar o vídeo, clique aqui.

Como dá pra ver, muita história e música em Memphis. Com certeza uma cidade que vale a pena visitar se você não está procurando apenas mais um destino turistíco. Nashville, outra cidade que faz parte da história da música, e fica no Tennessee, fica há 4 horas de Memphis, e é o próximo episódio e último dessa #RoadTrip.

Obrigada ao Ben {marido} por me ajudar com o post de hoje! Thanks, babe! ❤

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Califórnia – Beverly Hills & Venice Beach

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Não é porque sou eu não, mas um dos vídeos mais divertidos dessa série Califórnia é esse de Beverly Hills, viu?! Meldels… Mas vamos para o que interessa primeiro.

Um dos meus vídeos preferidos da sessão da tarde na minha adolescência, era As Patricinhas de Beverly Hills – de paty eu não tenho nada! Mas adorava! E vou confessar que deu uma emoçãozinha no fundo do peito de tá visitando aquele lugar, sabe? Aquela mesma sensação que tive quando pisei em NYC pela primeira vez – e até hoje ainda tenho, só não tão intensa. Viajar pra Califórnia me fez me beliscar novamente no sentido de “caramba! tô nos Estados Unidos, mas não tô sonhando, nem é filme!”. Sei lá… difícil de explicar.

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Não entrei em nenhuma dessas lojas {e no vídeo eu digo o porquê kkkkkkk}. Mas minha gente… Vale a pena se deslumbrar! As vitrines das marcas mais caras do mundo, são também, claro, as vitrines mais atraentes que já vi, a começar das lojas em si.

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É muito estilo, pra pouca Izabelle. Apenas! No vídeo tem mais!…

Mas vamos para Venice Beach agora! Que lugar, viu? Paz e amor – e muita alternitividade!

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Arte, estilo, hippies, bares, e ma-co-nha. Sim! Lá o babado é legalizado para uso medicinal, e isso atrai muito turista! Se você é usuário, é só procurar o Doctor Green, pelo que entendi. {não sou usuária, então não fui atrás da informação… hehehe}

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A praia é linda, e o pôr-do-sol do pacífico é uma experiência incrível – claro, eu nasci e cresci no Atlântico, e daqui, na praia, só o nascer do sol, né? Que também é lindo, mas muito cedo pra apreciar com frequência – I am not a morning person =/
Por falar em Pacífico, eu queria muito poder tocar esse marzão, e realizei esse sonho/vontade/desejo nesse dia! E registrei no vídeo, claro!

E por falar no vídeo…

AH! Eu fui na rua da HQ do Snapchat! Por que? Sei lá! Deu vontade…

Photo May 04, 8 58 29 PM
Snapchat HQ com @tassiapimenta – tassiabjj

Espero que vocês tenham gostado. Agora só tem mais um episódio dessa minha andança lá pela Califórnia, e será pra mostrar La Jolla, San Diego.
Para mais episódios, é só clicar aqui. 😉

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Califórnia – Universal Studios & Griffith Observatory

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Bora pra mais um #vlog da viagem pra Califórnia? Dessa vez eu mostro um pouco do lado de fora do Parque Universal {sorry, gente! preferi investir a grana em outro passeio…}, e o observatório Griffith – quem aqui assistiu As Panteras 2 {Charlie’s Angels}??? Quem lembra dessa cena:

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Pois esse é o tal Observatory do qual tô falando e vou mostrar mais…
A vista de lá é linda, e o ambiente ótimo – pra ler, tirar fotos, conhecer um pouco de astronomia, ou usar a wi-fi. Com certeza um dos pontos de Los Angeles que vale a pena conhecer, e aconselho ir num horário que dê pra ver o pôr-do-sol, e sair de lá quando já tiver escurecido – a vista da cidade fica ainda mais linda com tudo iluminado. Voltarei lá pra ver o anoitecer…
Você pode pegar a trilha e ir a pé, ou de carro. A pé não dá pra ir à noite hein, gente!
A entrada é gratuita, e o local é aberto de terça à domingo. Para mais info, clica aqui.
Endereço: 2800 East Observatory Rd., Los Angeles, CA 90027

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Griffith Observatory

Agora falando do Universal Studios – cara, só o complexo do lado de fora do parque já dá pra ver que o parque em si é show! Mas parques de diversão não são muito minha cara… Então investi a grana em outra coisa. Mas a ída valeu muito a pena! Até vi a Meghan Trainor {aquela do All About That Bass}. Ainda comi um chocolate divino, e resisti a tentação de comprar lembrancinhas do parque! Mesmo não tendo entrado, posso dizer que #eufui #eutava HAHAHAHAHAHA
Se você está pensando em visitar a Universal Studios, ou qualquer outro parque, fique atento! Os preços da entrada online são geralmente mais baratos que lá na hora!
Endereço: 100 Universal City Plaza, Universal City, CA 91608

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Agora vamos parar a enrolação, e vamos para o vídeo! Espero que gostem!

Esse foi mais um #vlog na Califórnia, com dicas do que fazer por Los Angeles! 😉

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Califórnia – Hollywood Blvd

E aqui vai mais um registro da minha viagem à Califórnia. Dessa vez uma andada que dei pela Hollywood Blvd, onde fica a famosa Walk Of Fame {Calçada da Fama}. A calçada cheia de estrelas, tanta que desisti de olhar todas! hahahahah
Lá você também encontra um Shopping Center, CVS, vários Shops pra comprar lembrancinhas, o Chinese Theatre {que vale a pena pelo menos passar na frente}, e o Madame Tussauds {museu de cera}, dentre outras atrações.
Eu fui conferir o Madame Tussauds pela primeira vez – aqui por DC tem um, e em NYC também tem – estão na lista, afinal, as estátuas são diferentes. Gastei $23 comprando pelo site {na porta fica mais caro}, e achei bem legal! Meu passeio durou pouco mais de uma hora, e “tirei fotos” com várias celebs!

É bom ficar ligado enquanto anda por lá, não aceitar nada “de graça”, e não entrar na tal Scientology DE JEITO NENHUM! – maior furada da vida aquilo lá, por motivos que nem vale a pena expor aqui… NÃO ENTRE! kkkkkkkkkkkkkkk – aviso amigo!
Se eu disser que esse ponto turístico me impressionou, estaria mentindo. Não voltaria lá, porque sinceramente, não vi nada demais. Na verdade, esperava mais… Mas vale a pena conferir! 🙂
Agora vamos pro vídeo, porque registrei minha passada por lá, principalmente o museu!

O próximo #vlog vai ter um passeio que eu amei! O Observatório! Aguardem… 😉

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Califórnia – Hollywood Hike + Santa Monica

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Começando a série sobre Califórnia por LA {ou Los Angeles} com uma de suas prais mais famosas – Santa Monica, e a caminhada {ou subida de morro} até o sinal de Hollywood!
O dia não começou tão cedo – até porque, chegamos de Vegas já eram umas 3 da manhã… Mas começou com a caminhada, sem protetor solar, e com uma sapatilha nada confortável – coisa que nem preciso comentar, né? Burrice total da minha parte.
A caminhada é longa, e eu resolvi ir tanto na parte de trás, quanto na frente. Acho que vale a pena fazer isso, hein?! Não só por fotos, mas pela vista lá cima que é incrível!
No fim da tarde fomos visitar a famosa Santa Monica, e eu pude ver o Oceano e o pôr-do-sol do Pacífico pela primeira vez na vida – sabe aquela coisa que você vê em filme quando é novinha, e acha que nunca vai passar daquilo: cena de filme? Sensação boa quando a gente pode viver aquilo de verdade, conhecer algo que nunca imaginaríamos que conheceríamos. Minha visita à Califórnia foi bem assim, uma mistura de emoção e nostalgia.

Hollywood Hike

Se você quiser ir fazer a Hollywood Hike, é bom ir de manhã cedo, e levar bastante água! O clima é seco, então pra desidratar é facinho – e uma vez que você tá lá em cima, não tem onde comprar água ou comida, então leva algo leve pra fazer um lanche e ajudar na glicemia. Roupas leves, tênis {não caiam na besteira que caí de não ir de tênis, hein?}, protetor solar e labial, e muita disposição pra que você vá até o topo e volte sem problemas. Destine 3 horas do seu dia só pra isso. E não esquece a câmera, hein?
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Santa Monica

Santa Monica é um local que você com certeza deve ir! O ideal é deixar o carro por lá, pegar a bicicleta, e ir até Venice Beach pra assistir o pôr-do-sol e voltar – mas a belezinha aqui tava com preguiça, e a gente acabou se atrasando na hike. No Píer você encontra o Churros do vídeo {delícia por $3,50}, lojinhas pra comprar lembrancinhas, e o parque. A rua que a gente foi tem um shopping center MA-RA se você quiser dar uma olhada nas coisas. Como mencionei, me empolguei na Forever 21 de lá, porque eles não têm as mesmas coisas aqui, e pirei com as bijous deles {bijou é meu ponto fraco!}. Se você não quiser fazer o passeio até Venice, vale a pena levar uma toalha, cobertor {vento frio por lá, só pra deixar de aviso}, e sentar naquela areia deliciosa pra assistir o sol ir embora.
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Endereço:

E por aqui encerro o primeiro post da série Califórnia. Ainda tem mais uns 4…

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Road Trip – Vegas, Baby

Sim! #eufui #eutava em VEGAS!
Foi um bate e volta muito louco, mas deu tudo certo e adorei conhecer um pouco da cidade badaladíssima!

Saímos de Los Angeles {Califórnia} ainda pela manhã, porém não tão cedo, e demos umas paradas no caminho pra usar banheiro, comer, abastecer, e tirar fotos {claro}. A estrada acaba tornando-se agradável com as montanhas e cenário de deserto.

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São 4 horas e meia de viagem, mas eu recomendaria contar como 6 horas por conta das paradas. Lembre de encher o tanque do carro ainda na cidade, quando chega na parte de estrada, no deserto, as coisas começam a ficar mais distantes, e em certo ponto fica longe de um posto pro outro. Você não quer correr o risco de ficar sem gasolina no meio da rua, né?!

Chegamos em Vegas mais de 4 da tarde, e pegamos um temporal quando paramos o carro para tirar foto no Vegas Sign {foto lá de cima}. Foi quase uma hora perdida esperando a chuva {que chuva!} passar. Mas conseguimos, e de lá partimos pro Hooters Casino Hotel, onde paramos o carro {de graça} e jantamos.
E aí? Usar as canelas e andar pra cima e pra baixo nas ruas principais!

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Eles tem umas cidades cenográficas {acho que posso chamar assim} tipo essa com New York de plástico {sério! kkkkk}.

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Esse prédio me fez sentir na Rússia de verdade. Mesmo sem nem nunca ter ido lá…

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A cidade é cheia de luzes, glamour e pecado – não é à toa que dizem aquela frase “What happens in Vegas, stays in Vegas” ou “O que acontece em Vegas, permanece em Vegas“.
Acho que a maioria das pessoas que visitam, vão em busca de diversão, baladas e uns bons drinks. No meu caso, senhora casada, recatada e do lar fui só pra conhecer e levar vocês mesmo. #santa

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Não entrei no Hard Rock de Vegas, mas olhe, passe na frente, e vi que essa guitarra aí é mágica – reparem no vídeo, ok? Se não  entender, volta até sacar, blz? [rindo horrores. sorry]

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E o nosso passeio turístico terminou onde? Nele: Bellagio.
Passamos quase 1 HORA esperando a tal das águas, mas valeu a pena. Nessa noite eles tinham uma apresentação especial, e vou postar o vídeo só com isso lá no face, ok? Aproveita e curte a página. 😉

Mas parei de enrolação. Segue o vídeo do #vlog

Se você está visitando Los Angeles por alguns dias, vale a pena alugar um carro e passar um fim de semana em Vegas. Com menos de 50 Obamas você vai e volta, e hotel lá {tipo o Hooters} não é caro não – dá pra pegar uma noite por $70 em média. Se você vai com mais gente, o negócio, além de ficar mais divertido, fica mais barato. 😉
Mas olhe, vá. Vá nem que seja nesse bate e volta, que você não vai se arrepender.

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Xo,
Belle Azevedo.