Trabalhando Nos Estados Unidos – Onde Procurar Vagas de Emprego, Linguagem de Email e Entrevista

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Hoje eu trago a segunda parte do vídeo com as dicas da recrutadora Andrea Santana para conseguir a tão sonhada vaga de emprego no mercado formal aqui nos Estados Unidos.

Lembrando que não mencionamos a questão da autorização de trabalho ou visto. A grande maioria das empresas exige que o aplicante seja cidadão, residente {tenha green card}, ou tenha pelo menos uma autorização de trabalho.

A Andrea está dando dicas de onde procurar sua vaga, a linguagem usada no email, e como se portar no dia da entrevista. A parte 1 você encontra aqui.

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Se tiver problemas para visualizar o vídeo, clique aqui.

Aqui no blog já tem algumas matérias relacionadas à trabalho aqui na América de Cima! É só checar a categoria “Trabalhando Nos Estados Unidos“. Também falo de estudo e moradia por aqui, além das viagens, claro! 😉

No blog da Andrea e no canal dela do YouTube também vai rolar uma série de vídeos relacionada a trabalho aqui, então não deixa de visitar e se inscrever pra não perder! Você também por contactar ela pelo contact.asblog@gmail.com e pelas mídias sociais @soul_drea no instagram, e dreatac no snap!

Eu sou Izabelle Azevedo, autora do blog #BelleNaAmérica.
Para atualizações diárias, é só seguir o Instagram e o Twitter @bellenaamerica, e o snap iammissbelle. E também se inscrever aqui no blog, no canal do Youtube, e curtir a página do face pra não perder nenhuma postagem!

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Xo,
Belle Azevedo.

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Trabalhando Nos Estados Unidos – A Procura Por Uma Vaga no Mercado, Dicas Sobre Currículo e LinkedIn

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Todos sabemos que no mercado informal aqui nos Estados Unidos, não é difícil de conseguir emprego. Mas e quando você consegue permanência como residente, decide botar a cara no sol, e trocar o mercado informal por uma vaga em uma empresa?

Nessa hora, além de ter que estar com o inglês afiado {na maioria das vezes}, é necessário também um bom currículo. Pedi a Andrea Santana, que trabalha como recrutadora em uma empresa lá em Sacramento, Califórnia, para falar um pouco sobre a entrada no mercado de trabalho nos Estados Unidos, currículo, e o famoso LinkedIn.

“Voltar ao mercado de trabalho depois de 4 anos já foi um passo enorme. Mas voltar ao mercado de trabalho, nos Estados Unidos, um país que eu nunca trabalhei, que eu não tinha uma experiência de escritório aqui, foi bem assustador. E pode ser bem assustador e frustrante pra muitas pessoas.”

Acompanhe a entrevista completa no vídeo.

Se você tiver dificuldade para visualizar o vídeo, clique aqui.

Semana que vem a Andrea vai falar um pouco mais aqui sobre esse universo da busca por uma vaga de emprego nos Estados Unidos. E aqui você sempre vai ver entrevistas e matérias relacionadas a trabalho na América de cima! Se inscreve no blog pra receber aviso! 😉

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Trabalhando Nos Estados Unidos: Opções Para Abrir Seu Próprio Negócio


Quando decidimos morar nos Estados Unidos, muitas vezes achamos que nossas opções de trabalho estão restritas ao óbvio: babysitting, trabalhar em restaurante, ou housekeeping, por exemplo. Muitas vezes porque não temos “documento”, ou até mesmo quem já tem a tão sonhada permissão de trabalho também.
O fato é que esses jobs são mais fáceis de conseguir, e dão uma grana legal. Uma cleaner com seu próprio schedule, pode chegar a faturar por volta de $1000,00 por semana {levando em consideração que ela trabalhe sozinha, fazendo 2 casas por dia a $100 cada – que é difícil}. Uma nanny que ganha em média $16/h, trabalhando 40h semanais fatura $640,00 por semana. E muitas vezes, esse pessoal não paga taxas ao governo, então o valor bruto acaba sendo também o valor líquido.
Aos que gostam do trabalho, é uma opção ótima. Mas aos que acham que não têm saída, a coisa não é bem assim. Saída tem, mas isso vai implicar uma demanda de tempo, dedicação, e coragem de sair da sua zona de conforto.

Contando com o fato de que ficamos meio perdidos quando mudamos de país, e que se achar não é uma tarefa assim tão fácil, vale a pena se pré-dispor ao novo e pesquisar alternativas de carreira. Pense fora da caixa: você é bom em quê? O que você se vê fazendo? Quais seus sonhos? Você tem experiência prévia de trabalho no Brasil, que acha que pode aproveitar/reciclar? Tudo isso deve ser levado em consideração.

As pessoas estão bitoladas ao pensamento de que vivemos para esperar a sexta-feira – if you know what I mean…Mas não precisamos viver empurrando o trabalho com a barriga. Outra coisa que as pessoas também precisam mudar, e é cultural, é achar que só existe um caminho, que não podemos mudar, e se tentamos e não dá certo, somos “perdedores” ou idiotas. Se hoje em dia até árvore eles mudam de lugar, e ela floresce, imagina a gente?

Eu descobri que sou apaixonada pelo mundo do empreendedorismo e marketing. Engraçado… No Brasil eu era da área de saúde {fisioterapia}. Mas a vida me levou à caminhos diferentes, e eu acabei me descobrindo em outros campos. Quem diria? Eu vir aqui, sem faculdade, mas com experiência de quem empreende e lida com pessoas há 16 anos, tentar passar uma mensagem positiva pra quem sente vontade de ter seu próprio negócio, sua própria prática, assumir as rédias e, como tá na moda dizer, virar protagonista. E vou te dizer uma coisa: sem precisar de diplomas.

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As opções são variadas. Aqui vou deixar apenas algumas.
Eu trabalho como Professional Organizer há 1 ano profissionalmente, informalmente, desde que me entendo de gente. Sabe o porquê? Essa é uma opção ótima pra quem é organizado nato, não requer diploma algum, e é necessário um baixo investimento financeiro. O que eu precisei foi me jogar no mundo dos negócios e marketing, que é fundamental para QUALQUER business – pequeno ou não.
Outra coisa que não precisa de certificação, e que existe demanda de mercado, é ser decoradora ou home stylist – você tem sim que entender de decoração, tendências, e ter um mínimo de noção de design de interior. Ótima opção pra quem tem uma queda pelo ramo, ou até mesmo estudou interior design no Brasil.
Lojas online é outro tipo de mercado que tá crescendo disparado. Acho que o que mais a gente busca hoje em dia é comodidade, não é mesmo? Se você mexe com artesanatos, não é difícil de começar lojinha no Etsy – claro que o marketing vai ser muito importante pra você fazer o mundo saber que suas peças existem, e convencer o cliente a comprá-las.
Tem talento pra maquiagem e outros afins do mundo feminino {ou masculino também, por que não?}? Já pensou em virar maquiadora/depiladora/designer de sobrancelhas? Já existe muita gente fazendo isso sim, mas a demanda de clientes é grande. E se você souber fidelizar, a clientela vai sempre voltar pra você.
Coaching – hoje em dia tem coach pra tudo! E você sabia que, pelo menos pra ser life e business coach, você não precisa de certificação? Acho meio complicado começar sem curso, mas é possível, então…

Só um detalhe: mesmo “sem documento”, é possível sim se virar. Tem muita gente que faz isso e tá muito bem hoje. É só você pagar as taxas {SIM! Tem que pagar a taxas. É chato, mas pelo menos aqui vemos retorno}. E tudo isso aí, você consegue começar a fazer em paralelo ao seu trabalho atual. É só saber se planejar!
E falando em planejar, tudo vai começar daí. Plano de negócio, estratégia, passo-a-passo.

Empreender não é fácil, e acho que não é pra todo mundo. Exige muito esforço, determinação, tempo, e paciência. Mas vale a pena. Vale a pena também pesquisar sobre novos mercados, o campo que você pretende entrar, tentar se aprofundar mais, e fazer cursos. Aprender nunca vai ser suficiente, e é um investimento com retorno, no mínimo, de estímulo do cérebro. Só agrega. Usar a internet pra achar fontes online gratuitas, no caso daqueles que não dispõem de recursos financeiros, pelo menos de imediato, é a maior dica que eu poderia deixar aqui. De grão em grão de informação, a galinha enche o papo – ou você enche seu caderninho de anotações.

Outra dica é, se você quer muito uma coisa, corra atrás. Nada cai do céu não! Deus ajuda quem trabalha, e quem sabe enxergar as oportunidades.

Se você quer saber como danado eu resolvi deixar de ser nanny, com 1 mês definitivamente de volta à América de cima, contei tudo aqui. Também fiz um texto sobre o sentimento de se sentir lost, que só a gente que mora/morou fora entende.

Eu sou Izabelle Azevedo, autora do blog #BelleNaAmérica.
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Xo,
Belle Azevedo.

Trabalhando Nos EUA – Como Abri Meu Negócio de Professional Organizing

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Hoje eu começo aqui uma série sobre trabalhar nos Estados Unidos, e o primeiro post é sobre a minha atual profissão – Professional Organizer.
No vídeo abaixo eu conto como cheguei no ponto de virar uma entrepreneur {empreendedora}, e meu depoimento sobre o mundo do business que eu acabei entrando.
Só acrescentando um detalhe: eu comecei a trilhar esse caminho em Julho do ano passado {2015}, e só tive a coragem de me dedicar à isso quase que exclusivamente {afinal, também tenho esse blog e o canal do youtube que toma boa parte do meu tempo} no final de fevereiro/início de março. Foi a melhor decisão que tomei, por mais que dê medo na barriga, eu vi que se você não pula, a coisa não anda. E não anda mesmo. Feliz que tomei coragem!

Como falei no vídeo, ter seu próprio negócio não é fácil, afinal, você vai ter que cuidar de tudo – pelo menos no início. Início esse que não vai ser fácil, nada no começo é.

  • Seja lá que tipo de negócio você pensa em abrir, você irá precisar de capital para investir em:
    Registro da empresa {DBA, LLC, etc};
    Seguro {se necessário};
    Capacitação {se necessário};
    Website {FUNDAMENTAL!};
    Marketing online e offline;
    Material de trabalho em geral.
  • Pesquisar sobre o campo que você quer investir é fundamental, e pesquisar sobre negócios e marketing, também. O Google tá aí pra isso, e os grupos de Facebook também – cheio de gente disposta a ajudar. Eu tenho o caderno onde faço minhas anotações, resumos, e listas do que preciso pesquisar. Anotar tudo é muito importante! Tipo um diário, só que do seu negócio.
  • Eu li livros também, dos quais recordo de dois, e recomendo:
    Open For Business! Organizing For The New Professional – Betsy Fein;
    The Secret Of Tidying Up – Kim Tyler
  • Websites de cursos para Professional Organizers sempre têm algo gratuito pra oferecer, e eu adorei o blue print e alguns vídeos que achei no site do  Profitable Organizer – eventualmente eu ganhei o curso, e tive certeza que teria valido o investimento se tivesse a grana na época {sorte minha que acabei ganhando esse help}. O curso completo ensina a montar website, montar campanha de marketing, e tem várias vídeo aulas com profissionais da área dando dicas.
  • Seguir outras pessoas que trabalham com a mesma coisa nas mídias sociais como Facebook e Instagram, além de ler blogs de organização, é uma coisa que recomendo muito! Meu site é esse, meu insta é @iamaneataholic, e meu esse é meu Facebook.
  • Podcasts: se você procurar, acha podcast de tudo que é assunto. Negócios, marketing, e professional organizing também. É uma ferramenta gratuita, e você pode ouvir até enquanto dirige.
  • Certificação e associações: não é exigido, como menciono no vídeo, mas é sempre bem-vindo. Você pode se associar à NAPO pra ganhar credibilidade também, mas pra ser profissional reconhecida deles, você precisa comprovar uma quantidade enorme de horas.
  • Na hora de achar clientes, o meu grande aliado é o Google Adwords – são anúncios onde pessoas aleatórias que procurar por organizadoras na sua área irão te achar, e você paga por cliques. Por conta disso, o ideal é que seja muito bem arrumado pra você não sair perdendo. Eu tenho uma pessoa que me ajuda nessa parte, e é um investimento que eu prefiro fazer, mas que tenho certeza que vou ter retorno.
  • Você pode cobrar por hora, ou por projeto. O valor da hora varia de região pra região. Aqui em DC a média é $50/h. Eu cobro $45/h, mas sei de pessoas que cobram bem menos, mas que não necessariamente são profissionais – “organizam” colocando as coisas de volta no lugar e pronto, e isso não é ser profissional na área {como digo no vídeo}.

O primeiro de tudo que você precisa ter é prazer por organização, e saber que você vai encontrar pelo caminho pessoas que precisam muito da sua ajuda. Se você não viu o vídeo, tira um tempinho pra ver.
Se você se interessou, o negócio é botar a cara no sol, sem medo de ser feliz. Lembra que o começo vai ser difícil, mas as coisas precisam de tempo pra dar certo – e dedicação, MUITA dedicação. Caso você descubra que não é pra você, sem problemas – não é pecado recomeçar, ao contrário, acho que pecado é permanecer num caminho que não te faz feliz.
Hoje eu ainda pego trabalhos de babysitting como extra à noite, não só pelo dinheirinho a mais, mas também porque você não sabe o dia de amanhã.

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NO-VI-DA-DE: tô no Periscope também, e tô doida pra fazer um live!
Add lá @bellenaamerica 

Xo,
Belle Azevedo.