#ProjetoEntrandoNoEixo – Arrasta Os Móveis

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Música – forma de arte. forma de expressão. forma de comunicação. forma de amor.
É também uma forma de terapia. Terapia essa que usa dos elementos musicais para tratar físico e psicologicamente um indivíduo, e pode ser uma forte aliada na luta contra a depressão, ou mesmo nosso mau humor e/ou stress diário.

Independente de ritmo, estilo, cor, classe social, música é linguagem universal. E pode ser tirada de um rádio, ou mesmo de efeitos sonoros da chuva tocando o chão, ou dos pássaros cantando. A música está em todo o lugar! E ela nos envolve, e nos leva à lugares, mexe com nossas sensações.

No vídeo de hoje do #ProjetoEntrandoNoEixo vamos falar de música, e de como ela pode nos ajudar a levantar nosso astral!

Se não consegue visualizar o vídeo, clique aqui.

Essa semana pedi sugestões de músicas, e venho aqui agradecer à quem colaborou! Aqui vai o playlist no Spotify – quem quiser ainda pode deixar sugestão lá no insta @bellenaamerica.

Deixo aqui também uma sugestão de filme: August Rush.

Música usada no vídeo: “Better When I’m Dancing” tema do filme Peanuts

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Eu sou Izabelle Azevedo, autora do blog #BelleNaAmérica, e aqui eu divido a vida de uma brasileira morando na América de Cima, e também os textos do #ProjetoEntrandoNoEixo.
Você pode conferir mais sobre o projeto aqui. Siga o projeto no insta @projetoentrandonoeixo, entra no grupo do face, e vamos botar nossos projetos pra frente!

Para atualizações diárias, é só seguir o Instagram e o Twitter @bellenaamerica, e o snap iammissbelle. E também se inscrever aqui no blog e no canal do Youtube pra não perder nenhuma postagem!

Xo,
Belle Azevedo.

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Quando Eu Era Au Pair – Show Do Keane Em Philly

  
Antes de vir pros Estados Unidos {em 2010}, eu fiz uma lista de bandas e cantores que eu queria ver ao vivo. Coldplay, U2, Christina Aguilera, Maroon 5 {opa! esses eu vi!}, e uma banda não muito popular, mas que quase todo mundo já deve ter ouvido {e curtido}, chamada Keane. 

Assista o clipe da música famosa aqui.

Na época eu tinha 23 anos, ainda estava morando com minha host family {família anfitriã do programa de Au Pair} em Great Falls, Virginia, e era verão aqui na América de cima. O show ia acontecer em Philadelphia, Pennsylvania – se me lembro bem, dava umas três horas de Washington DC, que já ficava quase uma hora de distância da minha casa. Mas eu fui! 

Comprei o ingresso no estilo “cheirando o palco” num valor super baixo… Peguei o busão e fui sozinha mesmo! 

Cheguei na rodoviária, peguei um táxi e fui direto pro local do show. Até então, tudo certo. A banda arrasou do jeitinho que eu imaginei, não deixou a desejar at all. Mas a saída do lugar foi tensa complicada. Eu tinha ouvido falar que Philly não era um lugar muito seguro, mas nem liguei… Nasci e me criei nos guetos de Recife, por que uma cidade aqui iria botar medo em mim? 

A noite tava só começando!… Carinhas se aproximando o tempo todo, perguntando de onde eu era, e um até chegou a dizer – de boa mesmo, papo de amigo – pra eu ter muito cuidado e que eu não deveria tá andando sozinha por lá. Mas já era {literalmente} tarde hahahaha. Nem liguei porque ajoelhou, reza, peguei outro táxi, fui pra rodoviária. O busão não tava mais lá! {várias gargalhadas} Essa parte foi a melhor da noite! {gargalhadas again} Mas como meus anjos da guarda sempre cuidaram bem de mim, eu fui na fé que inclusive, era só o que me restava {mais e mais gargalhadas}.

A essa altura do campeonato, eu já tinha ligado pra uma amiga que morava “por lá” {tipo quase uma hora de carro}. Ela me deu as coordenadas pra chegar até ela de trem, então peguei um bus que iria me deixar perto da estação de trem, nisso já eram quase meia-noite. 

Como eu disse, meu anjo é forte! A parada de ônibus era bem distante da estação, mas o motorista teve pena de mim e me deixou o mais próximo possível antes de ele dobrar numa esquina. E ainda parou um táxi que me levou até a frente do lugar de-gra-ça {até porque eu não tinha mais cash, mencionei isso? Vamos rir mais}. Obrigada, Senhor! 

Ok. A estação era enorme, mas segui as instruções da minha amiga e não perdi o último trem {mas quase}. A merda bronca foi só na hora de pagar, cadê dinheiro? Eles não aceitavam cartão, pelo menos na época, então preenchi um bilhete lá que eles enviavam o valor pra meu endereço depois – minha gente, não paguei até hoje! To devendo $6 pro governo de PA {e nem lembrava mais, espero que eles também não}.

Tá, mas peguei o trem e desci na estação combinada. Cadê a amiga? A amiga tava vindo de ré… E eu lá morrendo de medo… 

Mas ela chegou. Finalmente! 

Só não me levou pra casa logo, paramos numa festa estranha com gente esquisita, e eu não tava legal. Mas tudo certo, a amiga não ficou puta chateada comigo, me deu abrigo, comprei passagem pra outro busão, e parti de volta pra DC de manha. 

Melhor foi chegar em casa contando pra minha host como foi e ela:

Bel, se eu soubesse que vc tava indo sozinha pra Philly, não teria deixado vc ir.” Oops!

Mas como dizia uma antiga propaganda da Skol, estórias pra contar pros netos… Ah! O verão!…

Xo,

Belle.
P.S.: Isso foi em 2010. Essa amiga é a mesma que mencionei no post anterior. Ela ficou aqui dois anos como Au pair, voltou pro Brasil, e veio novamente como Au Pair ano passado {sim! Vc pode fazer o programa duas vezes}. Ela terminou o primeiro ano em Pittsburgh, e está iniciando o segundo ano em Philly! Essa bixa deve amar a Pennsylvania! 😜

P.S.2: Philly é uma cidade linda, que como qualquer cidade grande, temos que tomar cuidado. Normal! Vale MUITO a pena conhecer!