Projeto Mães Intercambistas

Projeto Mães Intercambistas
Eu nunca havia parado pra pensar nisso. Não sei se pelo fato de eu já ter feito intercâmbio, ou por não ser mãe. Mas a verdade é que não existe intercâmbio para mães – mas e se elas quiserem estudar fora? Como que faz?

Descobri o projeto Mães Intercambistas através do Be Dream. O projeto foi um dos 9 escolhidos, dos mais de 4500 inscritos para participar do Be Dream Fund, iniciativa que a Bel Pesce desenvolveu com sua equipe para ajudar pessoas a tirarem seus projetos do papel.
E foi assistindo ao vivo o desenrolar desses 3 dias malucos propostos pela Bel, que pude ver e me inspirar naqueles 9 projetos. Um deles era o da Priscila.

“Conhecer a Bel, pra mim, foi assim incrível! Porque a Bel é uma pessoa extremamente inspiradora, extremamente energizada.
Você fala assim “mew, essa mulher não existe!”, mas ela existe, e ela inspira muitas pessoas.”

A Priscila Kotzent é produtora de conteúdo do Portal Mundo Mommy, onde ela compartilha, junto com sua equipe de editores, muita coisa legal sobre maternidade e desenvolvimento infantil.

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Foto arquivo pessoal da Priscila.

Há mais ou menos um ano atrás, quando o Pedro tinha ainda 8 meses, entre uma mamada e outra, a vontade de estudar fora, que começou ainda quando ela estava tentando engravidar {a Priscila passou 4 longos anos tentando engravidar}, voltou.

Fui procurar sobre intercâmbio que dessem suporte a mães com filhos pequenos e foi então que me dei conta que não havia NADA, nadinha mesmo, sobre intercâmbio pensado para nós, mães com filhos pequenos.
Foi então que a lâmpada acendeu e eu pensei: “Se não existe um intercâmbio voltado para mães, eu vou criar um!”
Peguei papel e caneta e comecei a desenhar o que seria o Mães Intercambistas.
E ela conta um pouco mais sobre o projeto aí no vídeo! Clique aqui pra assistir!
Como disse aí no vídeo, a Priscila, nesse exato momento, tem 31 dias para arrecadar fundos para levar o projeto Mães Intercambistas à diante. Se você gostaria de ajudar, é só clicar aqui. A página te dá opções de valores, recompensas, e também de compartilhar nas redes sociais, que é outra forma de ajudar a Priscila a realizar esse sonho que, tenho certeza, não é só dela.

Você pode saber mais sobre a Priscila e seus projetos no Portal, no Instagram e Twitter @mundomommy, e pelo e-mail mundomommy@hotmail.com

Obrigada, Priscila, por ter tido essa ideia tão massa, e por ter compartilhado por aqui também! Você vai longe!

Se você quer saber mais sobre Be Dream Fund, é só clicar aqui.

Eu sou Izabelle Azevedo, autora do blog #BelleNaAmérica.
Para atualizações diárias, é só seguir o Instagram e o Twitter @bellenaamerica, e o snap iammissbelle. E também se inscrever aqui no blog, no canal do Youtube, e curtir a página do face pra não perder nenhuma postagem!

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Xo,
Belle Azevedo.

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Estudando Nos Estados Unidos: O Que é Sponsor?

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Se você pensa em ser estudante aqui nos Estados Unidos, já deve ter ouvido falar na palavra “Sponsor” – mas o que danado é isso?
No vídeo abaixo eu explico o que é esse tal de sponsor, e quais as reais responsabilidades que ele/ela teria com o estudante.

Se você não consegue visualizar esse vídeo, clique aqui.

Se curtiu esse vídeo, e tem dúvidas ou sugestões, deixa aí nos comentários!

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Estudar Nos Estados Unidos – Rihanna Abre Programa de Bolsas de Estudos Para Faculdades Americanas

Que a RiRi ama o Brasil, a gente já sabia. Mas depois desse anúncio, até quem não gosta da cantora vai ter que dar o braço a torcer e aplaudir a atitude. É que a Rihanna, através de sua
Fundação Clara Lionel {CLF}, estará contemplando estudantes de Barbados, Haiti, Cuba, Guiana, Jamaica, Estados Unidos, e BRASIL!!!, com bolsas de estudos que variam de $5.000 a $50.000!!!

Para concorrer as vagas {que pelo que entendi, ainda não se sabe a quantidade, mas ela espera que seja o maior número possível}, os participantes já devem estar matriculados em algum programa de duração de quatro anos de alguma faculdade ou universidade americana para o ano de 2016 ou 2017.

As inscrições já estão abertas, e vão até o próximo dia 10 de junho. À princípio, serão escolhidos 50 finalistas para a bolsa integral. Dentre os critérios de classificação, serão checados currículo acadêmico e participação escolar, além de experiência de trabalho, e os felizardos devem ser anunciados em agosto.

Ter a possibilidade de dar como presente educação, é na verdade uma honra.” disse a Rihanna. E os fãs ganharam mais um motivo para ir aos shows da turnê ANTI. 😉

Para mais informações, é só ir ao site da Fundação.
Fonte: USA Today

Para mais notícias quentes como essa sobre estudar na América de Cima, dentre outras coisas sobre a vida aqui, não esquece de se inscrever no blog e seguir o @bellenaamerica no Twitter e Insta, e no snap iammissbelle.
Para entrar em contato é só mandar um email para bellenaamerica@gmail.com.

Por Izabelle Azevedo – bellenaamerica.com

Estudar Fora Sem Sair de Casa – E de Graça

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Você já parou pra pensar o quanto um certificado de uma faculdade estrangeira pode acrescentar ao seu currículo acadêmico? E se essa faculdade estrangeira fosse o MIT ou Harvard? Agora, e se você tivesse a oportunidade de ter esse certificado, de graça, e sem sair de casa?

Yes You Can

Isso é possível graças à plataforma do edX, uma organização não-governamental que disponibiliza mais de 800 cursos on-line para pessoas do mundo todo.
Dentre as Universidades que fazem parte do programa, fora os dois peixões que já citei acima, você encontra também a Universidade de Columbia, Boston, Texas System, e muitas outras.

Há cursos em várias áreas, tanto profissionalizantes, para ensino médio, e até que valem como crédito acadêmico {sim, e tem cursos free nesse meio!}. Tem como filtrar para achar cursos com assuntos de seu interesse, e você pode ir direto na universidade de sua preferência checar os cursos disponíveis vou confessar que fui direto nos do MIT. O site também oferece cursos “mobile friendly“, ou seja, que dá pra você fazer as aulas direto do seu celular!

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E por falar em filtro, dá só uma olhada! 

Há classes com data de início e término, e também as que você faz seu próprio calendário. É preciso ficar ligado e se organizar bem para não perder as aulas, uma vez que o sistema é online, e você precisa fazer seus próprios horários. {Falando nisso, acho que esse post tem tudo a ver com o Projeto Entrando No Eixo}. Lembre-se que é importante você se dedicar ao curso e enxergar isso como uma oportunidade muito boa para melhorar seu currículo – fora que você pode estar tirando a vaga de uma outra pessoa.

Clicando no curso você consegue ter a informação de quando inicia e termina, quantidade de horas por semana, valor {se for pago}, e etc. Você tem direito a pedir o certificado nos cursos marcados como “Verified“, e caso você queira esse certificado, é necessário o pagamento de uma taxa {que pelo que vi, varia de $49 a $99}.
Tem muito curso pago, mas também tem MUITO curso na faixa, é só procurar usando o critério de busca que seja melhor pra você.

Eu já me inscrevi no de conversação em inglês, não só para melhorar minha conversação, mas também pra sentir como é essa coisa de fazer aulas pelo computador, que é uma coisa nova pra mim {principalmente por conta da disciplina que é requerida nesse tipo de classe, e eu sou super hiperativa}.

Já me interessei em outros vário cursos, e achei uma ótima para falantes da língua inglesa, e até de outros idiomas, já que o site oferece cursos até em português. É só procurar se tem algum aberto!

O site é o que compartilhei mais acima, mas se passou batido, é só clicar aqui.

Curtiu? Compartilha essa informação então! 😉

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Estudar Nos Estados Unidos – Vida Real: Depoimento #1

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Muitos têm vontade de estudar fora do Brasil, mais precisamente aqui nos Estados Unidos. Mas… Será que você está preparado pra encarar as dores e delícias de morar, estudar e trabalhar aqui?
Se você está vindo com tudo pago pela família, legal. Mas a intenção aqui é expor a realidade de quem vem ralar por um futuro e, da família, recebe pouco ou apenas aquele apoio moral – quando recebe!
Convidei a Luciene {que foi minha roommate em 2010/2011} para dar seu depoimento real sobre estudar aqui. Eu acompanhei ela de perto por 10 meses, e sou testemunha de seu esforço {e que esforço!} e perseverança.
Aqui vai:

Em 2006 decidi embarcar em uma experiência nos Estados Unidos com a intenção de aprimorar o inglês e vivenciar uma cultura diferente. Ao concluir o programa de Au Pair após um ano, decidi aplicar para um visto de estudante e dar início aos estudos acadêmicos já que eu não tinha formação superior no Brasil. Era um sonho obter um diploma de uma universidade norte-americana, mas realizá-lo foi muito mais difícil do que eu imaginava. Financiar os estudos nos Estados Unidos é muito complexo como um estrangeiro, pois independentemente do estado, o ensino custa em média três vezes mais do que custaria para um residente do estado. Sendo assim, um nova-iorquino ou um brasileiro pagariam o triplo estudando, por exemplo, na Carolina do Norte. Mas este nova-iorquino teria a opção de estudar em seu próprio estado e por um valor mais acessível. Já os estudantes internacionais não têm essa opção. Além disso, assistência financeira através de bolsas e outros fundos é extremamente limitada para estes estudantes, e os empréstimos do governo federal são somente para os cidadãos estadunidenses. Para entrar na universidade, além do visto, são necessários vários documentos, como por exemplo testes que comprovam proficiência na língua inglesa, históricos escolares, e evidência de recursos financeiros suficientes para cobrirem os custos relacionados não só ao ensino como também gastos anuais com alimentação, moradia, livros, convênio médico e transporte. No meu caso, como não tinha o dinheiro, fui em busca de um fiador, que não foi fácil encontrar, afinal de contas, essa pessoa deveria ter no mínimo 36 mil dólares em sua conta. E a cada vez que se renova o I-20 (documento que comprova status legal de estudante), esses comprovantes de suficiência financeira são requeridos. 

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Além dos estudos serem caros, o estrangeiro com visto de estudante tem permissão para trabalhar somente 20 horas semanais dentro do campus. Mas enquanto eu estive nos Estados Unidos – não vou mentir – também trabalhei fora da universidade, e trabalhei MUITO! Fui babá, garçonete, bartender e intérprete. Eu precisava de empregos com flexibilidade de horários, que fossem de preferência à tarde e à noite e que meus turnos pudessem ser transferidos para outras pessoas quando eu precisasse de tempo para estudar. Com esses trabalhos eu tinha que me manter, pagar aluguel, transporte, alimentação, comprar roupas, materiais e ainda pagar as mensalidades exorbitantes. Muitas vezes tive que pedir dinheiro emprestado ou pedir a ajuda dos meus pais para conseguir pagar a última parcela de cada semestre, pois qualquer pendência bloquearia minha inscrição nas aulas do próximo semestre. Eu fazia tudo o que eu podia para garantir os estudos e mesmo sabendo que assistência financeira da universidade era limitada, eu aplicava para as bolsas disponíveis. Graças ao meu ótimo desempenho acadêmico, fui selecionada para ganhar três bolsas no penúltimo ano, que totalizaram quase 6 mil dólares.
Eu levava uma vida muito corrida e sem muita qualidade, pois estudava e trabalhava demais e tinha pouco tempo e dinheiro para me divertir.  Eu queria fazer valer a pena já que estava conseguindo frequentar uma universidade americana, por isso, me dedicava muito aos estudos, passava noites em claro estudando para as provas ou fazendo trabalhos. Eu tinha que aproveitar cada segundo que eu tinha para estudar, pois o trabalho também consumia muito o meu tempo.
Apesar de todo o sofrimento, foi uma experiência incrível! Tive a chance de conhecer, estudar e conviver com pessoas de diversas nacionalidades. Trabalhei no departamento de programas internacionais de educação dentro do campus, e também tive a oportunidade de ser representante de todos os estudantes internacionais através do Comitê de Assessoria a Programas Internacionais da Universidade da Carolina do Norte. Recebi convites para ser membro de duas sociedades internacionais de menção honrosa como mérito por excelência acadêmica. Além disso, adquiri muito conhecimento através de ótimos docentes e mentores e pude vivenciar o sistema de educação superior dos Estados Unidos, que é bem diferente do modelo brasileiro.
Iniciei meus estudos em Maryland, em um Community College que é o tipo de instituição que oferece cursos superiores de curta duração e o ensino é um pouco mais barato do que nas universidades de curso superior com duração de quatro anos. Quando concluí essa etapa, transferi meus créditos para a Universidade da Carolina do Norte em Wilmington, onde finalizei os estudos em Administração com linha de formação específica em Negócios Internacionais. Após nove anos nos Estados Unidos retornei ao Brasil. Hoje trabalho em uma empresa australiana-brasileira no interior de São Paulo, mas tenho um projeto para abrir uma empresa própria no próximo ano e também pretendo fazer pós graduação em gestão empresarial. 

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Gostaria de deixar aqui registrada minha gratidão à Lu {saudades, roommie!} por ter escrito esse artigo, que eu espero que chegue aos olhos daqueles que pensam em estudar no exterior – não é fácil, mas é gratificante! 😉

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Au Pair: Como Se Planejar

Au Pair

Quando eu decidi ser Au Pair, o que me ajudou muito durante o processo foi o meu planejamento.
Dentre todas as coisas que precisamos ter, comprar, pagar, facilita bastante você ter um plano de como, quê, e quando, e saber por onde começar também.
O segundo vídeo da série sobre o intercâmbio é dedicado justamente à isso: Como se planejar pra ser Au Pair!

Clica no play 😉

Eu espero que tenham gostado dessa dica! Não esqueçam de compartilhar com a galera que tá querendo morar/estudar fora também!

Já tá querendo o próximo? Aguardem! E deixem suas opiniões, sugestões, críticas, ou esculhambações aí nos comentários! 😉

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