Como é Fazer um Cruzeiro Pelas Bahamas

Antes de tudo, queria dizer que ando muito sumida daqui, mas sempre com saudade de blogar no Belle na América {tô devendo alguns posts aqui, inclusive – prometo voltar mais por aqui!}.

Mas resolvi deixar registrado minha viagem pra Bahamas, até porque, rolou muito buzz lá no meu insta sobre – cruzeiro, destino, e viajar sozinha.

Então, eu decidi tirar férias ~ de verdade, porque em 2017 muita coisa aconteceu na minha saúde física e mental… e falo isso aqui de boa, na promessa de contar mais sobre no futuro. Eu sou uma pessoa que gosta de aventura, de viajar, e de vez em quando, de ficar sozinha. Ficar só depois que casa, só viajando, né? E eu tava precisando MUITO de um tempo pra organizar minhas ideias, pensar na vida, meio que um retiro, sabe?

Eu sempre quis fazer um cruise, mas sempre com muito medo de passar mal – sei lá, eu fico tonta dentro de elevador e no banco de trás do carro, imagina numa porra de um navio? Mas gente, fazer cruzeiro é tão barato, e tão conveniente, que no desespero, foi à ele que recorri. _0/

Na terça eu decidi que ia tirar férias (afinal, eu sou minha própria chefe e quem manda no meu horário sou eu, né verdade?), na quarta conversei com o Ben, e na quinta eu já tava bookando o cruzeiro + voo pra Miami.

Sobre a CIA e o Navio – Norwegian SKY

Quando comecei a procurar eu descobri que o valor que eles mostram é por pessoa! Por isso tão barato… ALOW! Só que pesquisei e descobri que duas cias oferecem oferta especial (quartos para singles), que sai por menos que o dobro do valor. A Norwegian e Royal. Como a Norwegian era mais barata, resolvi encarar ela mesmo… e também queria um navio que fosse “all inclusive” – inclusive bebida, porque mama queria dar uma desopilada, né?

Eu peguei o SKY, que faz 4 dias nas Bahamas, e oferece o que eu tava procurando – quarto single, all inclusive, etc. Eu comprei pelo telefone, e a atendente me deu um quarto com janela – eu tinha escolhido a opção “Interior” que pode ter janela ou quadro, meu deu uma cama maior e travesseiros extras. Eu falei pra ela que tava “desperate” que precisava descansar. Ela achou mais que digno e ainda disse: “Não compre wi-fi” – como se eu fosse comprar, né? Um dia de internet no navio eu pago três meses de internet aqui em casa! JEEEZ! Já fica a dica aê… esqueça internet no navio ou desembolse uma fortuna.

O navio é seguro, limpo, e a comida não deixou a desejar. Tinha um buffet no Deck lá em cima que você podia comer 24 horas por dia! À noite tinha coisa pra fazer também, mas confesso que esperava mais animação na área da piscina, sabe? Ainda assim, tinham 3 opções de entretenimento toda noite.

Antes que eu esqueça, deixa eu contar da água: você pode pedir água no bar, de boa, mas não é de garrafa. Eu preferi comprar água antes de embarcar pelo site deles mesmo, e quando cheguei no meu quarto, a água já tava lá. Foi carinha, sabe? Mas foi bom porque me mantive hidratada. Mas foram 12L por $33.

Outra coisa: depois que você faz o pagamento de tudo (do seu quarto, das taxas de gorjeta – que varia dependendo do navio), você também deve deixar um depósito em dinheiro ou no cartão – no meu caso, foi $150. Esse dinheiro volta pra você, caso não tenha comprado nada dentro do navio.

Eu usei o serviço deles de tranfer do aeroporto de Miami pro porto. Achei bom e foi $16. Também comprei umas cartelas de jogo sem querer por $20. Pense que fiquei puta… Cuidado quando eles oferecerem isso pra vocês, hein? Nada é de graça fora comida! hahahah

Eu indico sim a Norwegian, e indico o SKY, apesar de quê eles só tem esse destino, sendo 3 ou 4 dias. Eu não sei como funciona os outros navios, mas sei que eles tem mais um “all inclusive“, e também tem esquemas de adicionar coisas “free” na hora da compra.

No primeiro dia eu tava morta de cansada (saí de casa 3:30 da manhã pra pegar meu voo de DC pra Miami), também tava super empolgada! Uma sensação de liberdade do cacete! hahahaha O navio partia ás 5 da tarde, mas cheguei lá 11 da manhã. Os quartos foram liberados pouco depois de 1 da tarde, mas antes disso podíamos comer, beber, etc. Só não ir pro quarto (eles tinham atracado aquela manhã, e as camareiras estavam arrumando e limpando tudo).

MANOOOO, me senti ryca e phyna. Comida à vontade, sol e calor (que eu tava precisando porque esse inverno foi foda!), cervejinha que eu tava morrendo de saudade (no frio não rola). E aquele mar? AH aquele mar… Gente, que felicidade, viu?! Queria andar o navio todo pra saber onde tava tudo. Mas a primeira coisa que fiz quando cheguei no quarto foi organizar minhas roupas no armário e as coisas no banheiro… Típico, né? 15 minutos eu já tava me sentindo em casa.

Enfim, achei que ia passar mal, mas nem senti o negócio mexer! Comprei remédio pra nada – ainda bem! 😉

À noite eu fui comer no restaurante do navio que tá incluso – é a La Carte, chique, e comi isso aí que tá na foto – fillet + brocoli + batata. Eu já tinha largado mão da dieta, porque, né? Comi pão também! Depois fui pro teatro assistir apresentações e um show de Standup Comedy.

No outro dia eu acordei cedo (também fui dormir cedo!), mas cedo mesmo! Era o primeiro dia de Bahamas, e a gente tava parando numa ilha privada – que eu me apaixonei! Saí do navio antes das 9 da manhã com minha bolsinha, meus equipamentos de tirar selfie, meu livro, e fui ser feliz na Great Stirrup Cay.

Ai sim, viu? Vidão! E ainda tinha Piña Colada sem lei – docinha, tomei 3 sem nem sentir. O resultado depois disso foi sono, obviamente. Nem fiquei lá muito tempo – eles serviram almoço e ia ter uma festa, mas achei melhor voltar pro navio de besta que eu sou, né.

À noite acabei fazendo nada. Só comendo. Foi aí que comecei a perceber a diferença que faz tá sozinha num navio…

No terceiro dia o navio atracou em Nassau – fiquei com medo de descer, e também não tinha comprado nenhum tour. Fui com a grana contada, afinal, essa viagem não tava nos planos, né? Olhei lá de cima e achei o porto de Nassau uma visão de Recife. Sério! Até o prédio do INSS e a Casa da Cultura eu vi. hahahaha Eu pensei… quer saber? Deixa eu aqui dentro mermo.

Decidi que era dia de vinho – e eles tinham Moscato. Enfiei o pé. Comi horrores durante o dia, comecei a tomar vinho ainda de tarde, e só parei à noite quando o sono bateu. Porque a criatura não fica mais bêbada, fica com sono mesmo. Ô vida…

Vesti a mesma roupa da segunda – não foi falta de look, é que ia ter uma tal de White Hot Party, e o mais próximo de branco que eu tinha era isso mesmo… Assisti ao pôr-do-sol tomando meu vinho, relaxando, mas já morrendo de saudade do Ben e da Mel…

O último dia foi em Freeport – eu confesso que até senti vontade de fazer alguma coisa, mas também não queria nem podia gastar. O porto não tem nada, só um faz-me-rir do lado de fora do navio. Até saí, mas só pra dizer que saí mesmo.

Tirar uma foto básica e voltar? Por que não? hahahaha
Como era a última noite, eu fui de novo assistir ao pôr-do-sol, tomar vinho, e resolvi jantar no restaurante – tipo, fui a primeira e a última noite só, porque sinceramente? Eu gosto é de buffet mesmo, sabe? Pedi uma lasanha, uma foto ao garçon, fui encarada pelos casais que me olharam com m olhar de “coitada, tá sozinha”, depois fui com toda a minha solidão assistir um sorteio que eu tinha pago $20 sem querer, fui ver umas brincadeiras num dos bares – morri de rir! E fui pro meu quarto, cedo, porque eu já tava tão cansada de não ter com quem conversar, que achei melhor me recolher aos meus aposentos mesmo. Né não?

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Na sexta-feira, já em Miami, já de volta a minha dieta.

Na sexta ás 5 da matina eu já estava acordada, de mala pronta, olhando o navio atracar no porto de novo. Tomei banho, arrumei o resto das coisas, e fui lá pra cima aproveitar aqueles últimos minutos e o último café da manhã.

Considerações finais…

Eu sinceramente AMEI a experiência de viajar de navio. Recomendo! Tanto, que acredito tá fazendo isso todo inverno, ou quando eu precisar de um tempo pra mim – agora já sei que vou me sentir sozinha, mas faz parte.

Se der, pegue os tours que o navio oferece, ou pesquise e monte seus próprios tours – com cuidado pra não chegar depois do horário. Imagina tu volta e o navio não tá mais lá?

Se você quiser um cruise party hard, certifique-se que o navio oferece esse tipo de festa. O que eu fui não tinha isso. Tinha sim opções de entretenimento, mas não foi o auge da viagem – acho que a comida tava melhor!

Essa viagem me trouxe bastante autoconhecimento, debati comigo mesma várias questões – de vida pessoal à negócios, e percebi que:
– Eu PRECISO me socializar, e venho sentindo falta disso por morar longe da família e trabalhar pra mim (sendo eu a única empregada);
– Eu adoraria ter um buffet assim me esperando pro café da manhã, almoço e jantar;
– É possível viajar bem com menos de $1000 – essa viagem custou $800 com TUDO;
– As pessoas ainda têm a mente fechada em relação a mulher viajar sozinha, principalmente se for casada. MELHOREM.

Para mais considerações sobre a viagem, tem um vídeo aqui – primeiro episódio da série Saí da Zona de Conforto do Sua Vida Desenhada.

Tó pensando seriamente em fazer um cruise no ano-novo! Foda que é beeeem mais caro… mas como sempre, em busca do reveillón perfeito e menos frio. #oremos

Se você gostou do meu retorno, me avisa pra eu me empolgar e voltar a escrever aqui!

Bjo,
Belle  – @bellenaamerica & @suavidadesenhada

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Mudança?

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Vamos falar de novidades?

O canal do YouTube está em processo de transição… De Belle na América para Canal da Belle. Lá eu vou compartilhar coisas daqui do blog ainda – minhas viagens e vlogs, mas também vou compartilhar o conteúdo relacionado ao meu novo projeto voltado para brasileiras dentro e fora do Brasil – o Sua Vida Desenhada.

O lançamento do site é dia 2 de Agosto! E pra ser VIP e receber uma surpresa no dia, acessa aqui. 😉

Fiz um vídeo rapidinho explicando, mas volto aqui logo mais pra falar melhor disso, tá?

*Tô super empolgada!*

Se você não estiver conseguindo visualizar o vídeo, clique aqui.

Acesse as mídias sociais do Blog: Facebook e Instagram
Acesse as mídias sociais do projeto: Facebook e Instagram
Não esqueça de se inscrever no canal… 😉

Até mais,

Belle.

 

Brasileira Visita os 50 Estados Americanos e Compartilha Tudo no Instagram

Viajando nos Estados Unidos com Martha Sachser

Em 2007 a mineira Martha Sachser deixou sua vida tranquila em Belo Horizonte e se mudou para os EUA, em um intercâmbio que mudou a sua vida. Depois de muitos desafios e perrengues, coisas comuns na vida de um imigrante, ela hoje trabalha como fotógrafa em NY {veja mais do trabalho dela AQUI}, é autora de um dos blogs de viagens e Nova York mais respeitados, e compartilha sua vida em tempo real em seu canal no YouTube e nas redes sociais! Ela recentemente concluiu a meta de visitar os 50 estados americanos {50 before 30}, e aproveitei para bater um papo com ela para saber mais sobre suas aventuras, e pegar dicas!

Você sempre gostou de viajar?

Aaah, quem não gosta, né? Eu sempre fui apaixonada por geografia, viagens, mapas. Desde pequena brincava de adivinhar os nomes das capitais, siglas dos estados, encontrar países no mapa mundi. Faço isso até hoje! haha. Meu pai era um apaixonado pelo mundo e pelos Estados Unidos, me contava histórias daqui e mencionava sempre nomes de estados que ele gostaria de conhecer, ou que eu conheceria um dia. Como infelizmente ele não pôde viver o suficiente para realizar o sonho de conhecer, tentei e tento realizar por ele também. Então acho que essa paixão por viagem está no sangue.

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São Francisco, Califórnia
Como surgiu a ideia de visitar os 50 estados?
Quando eu me mudei pra cá em 2007, eu sonhava fazer uma roadtrip daquelas de um mês, passando por estados bem diferentões, fora do tradicional! Como um mês era meio impossível pra quem tinha uma rotina de faculdade e trabalho, ambos em período integral, comecei a viajar, mesmo que por dois dias que fosse, sempre que tinha uma brecha. E quanto mais eu viajava, mais eu queria viajar, era quase uma necessidade haha. Quando eu vi, já tinha visitado uns 30 estados ao longo dos anos e vi que se eu continuasse poderia quem sabe conhecer todos um dia.  Só que “um dia” era algo muito vago, eu sou movida a metas haha. Coloquei um prazo pra isso acontecer, antes dos meus 30 anos.
“Só que “um dia” era algo muito vago, eu sou movida a metas haha. Coloquei um prazo pra isso acontecer, antes dos meus 30 anos. “
Como você conseguiu viajar tanto, como se organizou financeiramente? Alguma dica?
Eu confesso que não sou muuito organizada… até porque, as viagens as vezes aconteciam do nada! Achava passagem barata e pirava! Então economizei muito, e tudo que ganhei como fotógrafa aqui em Nova York foi para viajar e pagar minhas despesas básicas, claro! Também fiz vários cartões de crédito em que você acumula milhas e isso ajudou pra caramba na hora de comprar passagens. Aliás, cartão de crédito foi essencial! Viajava e me matava de trabalhar pra pagar depois haha! Também abri mão de muita coisa e me dediquei muito, mas muito mesmo ao trabalho. E no final deu tudo certo!
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Hamilton Pool Preserve – Austin, Texas
E o seu perfil no instagram, por que decidiu criar outro? 
Eu AMO compartilhar minhas aventuras e dicas pelos EUA, e no meu instagram pessoal {@marthasachser} tem um pouco de tudo: os meus trabalhos de fotografia, dicas de Nova York, coisa da minha vida… então as viagens pelos 50 estados que era um projeto tão especial pra mim ficavam meio perdidas no meio. Por isso decidi criar um perfil só pra isso, o @the50statesgirl, mas continuo compartilhando sempre meu dia-a-dia e viagens no meu pessoal também, claro!
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Siga a Martha no Insta @marthasachser & @the50statesgirl
E o YouTube? É difícil viajar e vlogar ao mesmo tempo?
Nossa, eu amo YouTube! Amo compartilhar minhas viagens e minha vida por lá! Gravo tudo que posso para fazer o vídeo o mais real possível pra quem estiver assistindo se sentir no lugar comigo. Mas sim, é sempre um desafio editar enquanto estou viajando, e nem sempre o hotel tem internet boa. Já saí pela rua com o computador na mão pra procurar wi-fi pra subir vídeo pro canal!
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Na estrada pro Grand Canyon
Qual foi o primeiro estado que você conheceu e qual foi o último?
Quando eu me mudei para os Estados Unidos em 2007, como Au Pair, eu morei no estado de Maryland, pertinho de Washington DC e grudado na Virgínia. Tecnicamente falando, a Virginia foi o primeiro. Mas viagem meeesmo, de pegar estrada, foi quando vim para Nova York! E foi paixão a primeira vista!
O último estado foi Vermont! Muita gente achou que seria algo épico, como o Alaska, por exemplo. Mas pelo tempo que eu tinha não daria certo. E também queria algo que fosse perto de NY, que eu pudesse cruzar a fronteira de carro, parar na estrada na divisa e tirar uma foto com as famosas placas de boas vindas. haha E foi assim, fiz até uma dancinha quando vi o sinal de Welcome to Vermont! Foi muuuito legal, uma das sensações mais incríveis que já vivi!
Qual foi o seu estado favorito? Se é que tem como escolher…
Meu estado favorito da vida é a Califórnia! Moraria lá facilmente. Mas estados que me encantaram muito em termos de beleza natural foram o Havaí, Utah, o Colorado, o Alaska e Washington. Ah, e partes de Montana e Wyoming! Nossa, é muito difícil escolher! Mas o Alaska e o Havaí foram os que mais me tiraram o fôlego de tão lindos, com certeza!
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Waikiki, Havaí
O que você aprendeu com todas essas viagens?
Acho que acreditar mais em mim! Ah! E a não fazer reserva em hotéis com muita antecedência! Sério, eu ficava muito engessada, preocupada com reservas e chegar no destino tal dia e tal hora. Por volta das últimas viagens eu só fazia reserva para o primeiro dia, depois deixava a vida me guiar. Seguia o roteiro, mas onde meu corpo quisesse parar, eu parava! É incrível como não falta hotel neste país, e de última hora sempre apareciam uns preços tão bons quanto comprando com antecedência. Quase sempre tive sorte com isso.
Ah é, antes de mudar pra cá eu era do tipo que só andava de carro no banco de carona, só viajava quando alguém dirigisse. E em questão de 5 minutos já estava dormindo, maior folgada haha. Então essas viagens mudaram muito esse comportamento porque eu era praticamente a única dirigindo todo o tempo. Às vezes 10, 14 horas por dia direto. Também aprendi que cada lugar tem sua beleza única. Antes eu era muito de cidade grande, queria lugares com movimento, modernidade, prédios bonitos ou no mínimo muita história. Hoje confesso que já fico até menos empolgada se o destino não tem um canyon de tirar o fôlego, uma montanha pra fazer trilha haha. Mas toda viagem, independente do destino, é incrível pra mim!
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Arches National Park – Utah
Quais os lugares mais incríveis que conheceu em alguns estados?
Acho que os parque nacionais de um modo geral são um must see em todos! Os meus favoritos até hoje são o Kenai Fjords (Alaska) com a trilha pelo harding icefields;  o Yellowstone (Montana/Wyoming), o Yosemite (California), Arches (Utah), o Volcanoes (Havaí) e Badlands (Dakota do Sul).
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Kenai Fjords National Park, Alaska
Quais os próximos lugares na sua lista?
Vários parques nacionais como o Grand Teton, Glacier, Olympic, Death Valley, Zyon, Joshua Tree, Bryce Canyon..Também quero muito conhecer o Horseshoe bend, o Antelope Canyon e Monument Valley… Só falta grana e tempo, porque vontade eu tenho de sobra haha.
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Chicago, Illinois
Quem te fez cia nessas viagens?
Eu tive a sorte de fazer algumas viagens com um grupo pequeno de amigas, mas a maioria foram apenas com a minha mãe. Nós desbravamos juntas essas estradas dos Estados Unidos e passamos cada situação! Era cada cantão que íamos parar, cidades que pareciam abandonadas, lugares sem muito sinal de celular, tempestades, neblina, estrada com perigo de tornado, hotéis bizarros… Enfim! Acho que saímos ambas muito realizadas e cheias de história pra contar!
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Martha com sua mãe em Honolulu, Havaí.
Fora os EUA, pra onde mais viajou? Alguma viagem especial?
Acho que todas as viagens são sempre especiais. Mas eu tinha desde pequena o sonho de fazer mochilão pela Europa! Daquelas que você vai dormir em um país, e amanhece no outro, sabe? Eu fiz isso duas vezes na época que trabalhava de babá aqui nos EUA, e foram viagens incríveis! Bem apertadas de dinheiro e com poucos dias, mas sou dessas que prefere ir com perrengue do que não ir! E faria tudo de novo! Foi muito especial!
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Martha parava sempre que podia para tirar a foto com a placa de cada estado.
Gostaria de passar alguma mensagem pra quem também ama viajar, mas não sabe por onde começar?
Bom, como tudo na vida, isso foi um processo. Não foi da noite pro dia, e eu trabalhei muuuito pra conseguir juntar grana e continuar conseguindo ver um pouquinho mais do mundo. Eu aprendi que com planejamento e paciência para pesquisar, aquela viagem que parece tão distante, pode estar mais perto do que você imagina! E acreditar, sempre! Tiveram dias em que eu me questionei se conseguiria mesmo, mas nunca desisti! E isso vale pra tudo na vida, não só pra viagens.
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Seward, Alaska
 
Quais os próximos destinos agora?
O mundo todo, sempre! Tem tantos lugares incríveis neste planeta! Quero muito poder conhecer o máximo dele!
 
Como as pessoas podem te encontrar?

Tô Viva e Tô Voltando

Gente, quem é vivo sempre aparece, né? Por isso, não só tô aparecendo, mas também tô é voltando! porque o bom filho a casa volta – calma que tô falando do Blog, não do Brasil

Eu sumi por três motivos:
1 – Prioridades, né, mores? Eu tô com um novo projeto, que começou no ano passado, e que finalmente está se solidificando… Eu esqueci de postar aqui, mas lá no YouTube tem um vídeo explicando sim {apesar dessa explicação já estar meio desatualizado kkkkkkkk};
2 – Eu tenho duas contas no wordpress {plataforma do blog}, e aí me deu preguiça de ficar entrando e saindo, até porque eu estava usando a outra constantemente {mas resolvi esse problema, porque finalmente usei o raciocínio e baixei o mozilla kkkkkkk};
3 – Eu perdi meu domínio “bellenaamerica.com” por um tempo… mas como vcs podem ver, eu recuperei! =D

Nossa… Nesses 7 meses que eu não apareci por aqui muita coisa rolou – incluindo viagens! Até minha mãe veio pra cá, gente! Mas enfim… lá no canal eu continuei postando ainda, e o Instagram @bellenaamerica eu nunca abandonei! E agora eu tô voltando pra cá sim pra postar, ainda sem compromisso, e sem pretensão de que isso aqui vire alguma coisa, porque não nasci pra ser blogueirinha {e esse foi um dos motivos de eu ter sumido também, não vou negar!}.

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7 meses em 1 imagem: Trintei, fui à Porto Alegre, mudei de profissão, visitei o hotel de Dirty Dancing, fui pra Califórnia novamente, fui pra Baile de Gala, mainha veio pra cá, eu fundei uma revista digital em inglês, criei uma marca de acessórios, e tô criando o Sua Vida Desenhada. Ufa! Quê mais?

Mas eu queria falar pra vocês que eu tô abrindo um projeto para brasileiros que moram dentro e fora do Brasil, e tô super empolgada! Não tem nada melhor que se comunicar na nossa língua mãe, né não? Esse projeto se chama Sua Vida Desenhada – e numa explicação rápida, eu ajudo pessoas a descobrirem e construírem o seu estilo de vida ideal. Legal, né?

Essa proposta não é muito popular no Brasil, que é o Lifestyle Design {ou Design de estilo de vida}, e eu uso minha própria experiência construindo o meu próprio lifestyle, e escrevendo minha própria história, além da minha habilidade com planejamento e estratégia, e minha formação como Coach, claro.

Eu vou falar mais sobre ele em outro post. Por agora, você já pode acessar essa página aqui e entrar para a comunidade. Se inscrevendo lá, você também vai receber um conteúdo sobre o Lifestyle Design em primeira mão, no dia 2 de Agosto, junto com o lançamento do site – vai perder? Ah! E tem página no Facebook já, e Instagram (@suavidadesenhada) também – segue lá!

Só mais uma coisa… eu fundei uma revista digital em Fevereiro desse ano. Já tem 5 edições, todas em inglês, e a distribuição é gratuita. Quer fazer o download? Acessa aqui.

Gente, que saudade que eu tava de postar por aqui… ❤

Vejo vocês logo mais!

Xx,
Belle

#ProjetoEntrandoNoEixo – Desafio 30 Dias Novembro: Agradecer! 

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Mais um mês indo embora, então mais um novo desafio chegando…
Como novembro é o mês de ação de graças, pensei “Por que não 30 dias de agradecimento?” – então, vamos agradecer todos os dias?

Todos os dias somos bombardeados com notícias, digamos, desagradáveis, e isso nos atinge direta ou indiretamente. Atinge a maneira como vemos o mundo, como acreditamos nas pessoas, etc. Claro que existem notícias as quais não podemos ignorar, e que deve sim nos atingir e nos fazer pensar, mas sabemos que muitas são só perda de tempo.

Por mais que tudo isso esteja acontecendo mundo afora, e que nossos dias não sejam perfeitos, sempre vai existir algo pra agradecer – sem contar o fato de você estar vivo, ter forças pra levantar da cama, etc.

Por isso, que tal entrar nesse novo desafio de 30 dias de agradecimento?
Saber enxergar e apreciar os pequenos acontecimentos diários, e agradecer por isso.

Eu sou Izabelle Azevedo, autora do blog #BelleNaAmérica, e aqui eu divido a vida de uma brasileira morando na América de Cima, e também os textos do #ProjetoEntrandoNoEixo.
Você pode conferir mais sobre o projeto aqui. Siga o projeto no insta @projetoentrandonoeixo, entra no grupo do face, e vamos botar nossos projetos pra frente!

Para atualizações diárias, é só seguir o Instagram e o Twitter @bellenaamerica, e o snap iammissbelle. E também se inscrever aqui no blog e no canal do Youtube pra não perder nenhuma postagem!

Xo,
Belle Azevedo.

 

DC Drops: DuPont Circle

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DuPont Circle, Washington DC 20036 – pra começar essa série de drops sobre a capital americana.

A comunidade está viva desde o século 19, e é um dos centros históricos de DC. Com várias opções de restaurantes, bistros, pubs e bares, DuPont se torna interessante tanto de dia, quanto à noite.

Suas ruas são movimentadas, sua arquitetura é estonteante {a 19th St  é uma das minhas preferidas se é que tem como escolher uma rua preferida ali}, com um ótimo acesso aos demais hot spots de Washington – como downtown, Adams Morgan, e U st.

Fui lá gravar um pouquinho pra mostrar aqui.

Se tiver dificuldade para visualizar o vídeo, clique aqui.

Esse foi o primeiro drop. Espera que tem mais!
Para mais info sobre DuPont, dá uma checada aqui.

Eu sou Izabelle Azevedo, autora do blog #BelleNaAmérica.
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Xo,
Belle Azevedo.

Trabalhando Nos Estados Unidos – Onde Procurar Vagas de Emprego, Linguagem de Email e Entrevista

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Hoje eu trago a segunda parte do vídeo com as dicas da recrutadora Andrea Santana para conseguir a tão sonhada vaga de emprego no mercado formal aqui nos Estados Unidos.

Lembrando que não mencionamos a questão da autorização de trabalho ou visto. A grande maioria das empresas exige que o aplicante seja cidadão, residente {tenha green card}, ou tenha pelo menos uma autorização de trabalho.

A Andrea está dando dicas de onde procurar sua vaga, a linguagem usada no email, e como se portar no dia da entrevista. A parte 1 você encontra aqui.

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Se tiver problemas para visualizar o vídeo, clique aqui.

Aqui no blog já tem algumas matérias relacionadas à trabalho aqui na América de Cima! É só checar a categoria “Trabalhando Nos Estados Unidos“. Também falo de estudo e moradia por aqui, além das viagens, claro! 😉

No blog da Andrea e no canal dela do YouTube também vai rolar uma série de vídeos relacionada a trabalho aqui, então não deixa de visitar e se inscrever pra não perder! Você também por contactar ela pelo contact.asblog@gmail.com e pelas mídias sociais @soul_drea no instagram, e dreatac no snap!

Eu sou Izabelle Azevedo, autora do blog #BelleNaAmérica.
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Bate-Papo Com Camila Araújo Blog Faça Você Também

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Hoje eu tô trazendo um bate-papo pra falar de intercâmbio!
A Camila foi Au Pair na mesma época que eu, e hoje ela tá lá no Brasil, muito bem obrigada, trabalhando na Tv e blogando sobre trabalhos manuais e dicas no Faça Você Também. Mas ela arrumou um tempinho pra contar como foi a experiência dela de intercambista!

“Ter ido pro intercâmbio me ajudou a ver que o que vale mais é a experiência, é a história das pessoas, sabe? No meu trabalho eu ouço muitas histórias. Eu aprendo muito. E o intercâmbio me ajudou muito a ter uma visão diferente.”

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Foto: arquivos do insta @camila_dearaujo

“Ter inglês fluente sempre foi um sonho pra mim, e aí trabalhar e morar com uma família americana, nos Estados Unidos, falando inglês 24 horas por dia, era a solução perfeita!”

Mas vamos ao vídeo!

Se tiver problemas para visualizar o vídeo, clique aqui.

Espero que tenham gostado! Não esqueçam de acessar e se inscrever no canal dela Camila Araújo TV e no blog Faça Você Também, e seguir ela no Facebook e no insta @camila_dearaujo.

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Xo,
Belle Azevedo.

Road Trip – Maine Part III: Old Port, Portland | Apanhando da Lagosta

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Voltando pra mostrar o último pedacinho da nossa passagem por Portland, Maine. Hoje trago um pouquinho de Old Port, foi de lá que pegamos a balsa para Peaks Island.

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Já falei que senti umas vibes anos 70 lá em Portland, né?! Olhem a caminhonete no topo direito da foto acima! Ao mesmo tempo, a arquitetura mostra que a cidade é antiga – não é atoa que faz parte de New England. Muito fofo, tem lojinhas, restaurantes, bares, pubs. E uma coisa que me chamou a atenção no norte do país foi a quantidade de sorveterias. Gente, esse povo toma sorvete no inverno também? I mean… no inverno do norte desse país? Kkkkkkkkkkk #oremos

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O céu tava tão lindo nesse dia, tivemos sorte! Essa área com água é super charmosa, e tem restaurantes pra vc apreciar a vista enquanto degusta a famosa lagosta de Maine – tem que comer! Hahahahaha

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Por isso, comemos mesmo! Esse é o restaurante Portland Lobster Co., recomendo. Música ao vivo, vista mara, e lagosta num preço acessível! Mais no vídeo:

Se tiver problemas para visualizar o vídeo, clique aqui.

Com certeza eu recomendo passar por Maine, especialmente por Portland. No verão é mais gostoso, eu acho, mas imagino como é o inverno por lá… Não sei se toparia! hahahaha

Espero que tenham gostado de conhecer um pouco de Maine comigo. Segura aí que ainda tem mais da última road trip!

Eu sou Izabelle Azevedo, autora do blog #BelleNaAmérica.
Para atualizações diárias, é só seguir o Instagram e o Twitter @bellenaamerica, e o snap iammissbelle. E também se inscrever aqui no blog, no canal do Youtube, e curtir a página do face pra não perder nenhuma postagem!

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Xo,
Belle Azevedo.

Trabalhando Nos Estados Unidos – A Procura Por Uma Vaga no Mercado, Dicas Sobre Currículo e LinkedIn

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Todos sabemos que no mercado informal aqui nos Estados Unidos, não é difícil de conseguir emprego. Mas e quando você consegue permanência como residente, decide botar a cara no sol, e trocar o mercado informal por uma vaga em uma empresa?

Nessa hora, além de ter que estar com o inglês afiado {na maioria das vezes}, é necessário também um bom currículo. Pedi a Andrea Santana, que trabalha como recrutadora em uma empresa lá em Sacramento, Califórnia, para falar um pouco sobre a entrada no mercado de trabalho nos Estados Unidos, currículo, e o famoso LinkedIn.

“Voltar ao mercado de trabalho depois de 4 anos já foi um passo enorme. Mas voltar ao mercado de trabalho, nos Estados Unidos, um país que eu nunca trabalhei, que eu não tinha uma experiência de escritório aqui, foi bem assustador. E pode ser bem assustador e frustrante pra muitas pessoas.”

Acompanhe a entrevista completa no vídeo.

Se você tiver dificuldade para visualizar o vídeo, clique aqui.

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Xo,
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